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BCP esclarece emissão de títulos para reforço do capital

O Banco Comercial Português divulgou hoje um comunicado onde esclarece que os valores mobiliários poderão assumir a forma de títulos de dívida subordinada sem prazo de maturidade. O montante tem como limite 1,2 mil milhões, mas "é expectável que o valor a realizar seja inferior ao máximo referido".

Negócios negocios@negocios.pt 18 de Fevereiro de 2009 às 14:33
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O Banco Comercial Português divulgou hoje um comunicado onde esclarece que os valores mobiliários poderão assumir a forma de títulos de dívida subordinada sem prazo de maturidade. O montante tem como limite 1,2 mil milhões, mas “é expectável que o valor a realizar seja inferior ao máximo referido”.

Carlos Santos Ferreira anunciou ontem que o BCP vai emitir valores mobiliários num montante de 1,2 mil milhões de euros para melhorar os rácios de capital, mas não prevê um aumento de capital através da emissão de novas acções,

Hoje, em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), o banco explica que equaciona, “vir a emitir valores mobiliários não diluitivos (isto é, excluindo acções e títulos convertíveis em acções) com características a definir que permitam a sua inclusão nos fundos próprios de base”.

“São exemplo deste tipo de instrumentos os títulos de dívida subordinada de vencimento indeterminado ou perpétua emitidos recentemente por diversos bancos europeus, num contexto em que os bancos centrais e autoridades de supervisão têm vindo a utilizar as margens de qualificação de fundos próprios de base autorizadas pelas Directivas comunitárias”, sublinha a mesma fonte.

“A título meramente ilustrativo, foi referido que, a 31 de Dezembro de 2008, considerando os limites actualmente fixados pelo Banco de Portugal para instrumentos híbridos elegíveis para fundos próprios de base, o Banco poderia emitir até um valor máximo de 1,2 mil milhões, sendo nesta data expectável que o valor a realizar seja inferior ao máximo referido”, sublinha a mesma fonte.

O banco reitera que o valor exacto “dependerá do impacto esperado e do calendário de concretização das outras medidas já referidas”.




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