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BCP interessado na privatização do maior banco da Roménia

O Banco Comercial Português faz parte de um lote de 11 bancos internacionais que demonstrou interesse em concorrer à privatização do Banca Comerciala Romana, o maior banco do país da Europa de Leste, que prevê aderir à União Europeia em 2007.

Nuno Carregueiro nc@negocios.pt 07 de Julho de 2005 às 18:42
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O Banco Comercial Português faz parte de um lote de 11 bancos internacionais que demonstrou interesse em concorrer à privatização do Banca Comerciala Romana, o maior banco do país da Europa de Leste, que prevê aderir à União Europeia em 2007.

Segundo um comunicado da agência responsável pelas privatizações da Roménia, citado pela Bloomberg, são 11 os bancos que demonstraram ao Governo do país o interesse em concorrer a esta privatização.

São eles o Citigroup (EUA), Deutsche Bank (Alemanha), ABN Amro (Holanda), BNP Paribas (França), Dexia, Fortis, KBC Group (os três da Bélgica), Banca Intesa (Itália), National Bank of Greece (Grécia), Erste Bank (Áustria), para além do BCP.

O maior banco privado português poderá vir assim a concorrer com parceiros e accionistas neste processo. O italiano Intesa é o maior accionista do BCP e o banco liderado por Paulo Teixeira Pinto tem uma parceria com os belgas do Fortis para o sector dos seguros.

O BCP já está presente na Europa de Leste, através da posição de controlo no Bank Millennium, a sexta maior instituição financeira da Polónia.

Roménia vende posição de controlo

«Estamos convencidos que a privatização vai ser um sucesso» devido «à quantidade e qualidade dos bancos que demonstraram interesse», disse o presidente da agência romena.

Hoje terminava o prazo para os bancos demonstrarem o interesse no processo, sendo que têm até 19 de Setembro para apresentarem ofertas vinculativas. Até 14 de Julho o Governo romeno vai informar quais os bancos que foram qualificados para apresentarem ofertas vinculativas.

Os banco podem optar por comprar 50% mais uma acção no Banca Comerciala Romana (BCR), ou então uma posição de controlo mais efectivo de 62%.

A Roménia pretende vender o controlo do BCR até ao final deste ano, tendo como principal objectivo dinamizar o mercado bancário do país, que quer aderir à União europeia dentro de dois anos.

O investimento directo estrangeiro na Roménia mais que duplicou o ano passado, totalizando 4,1 mil milhões de euros.

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