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Belmiro de Azevedo apela à celeridade da aprovação dos projectos turísticos

A Sonae, oito anos depois de assinar um acordo com o Governo, inaugurou ontem o seu projecto em Tróia e Belmiro de Azevedo recorda que foi preciso sofrer muito , para chegar a este dia. Agora o engenheiro apela mais uma vez à celeridade das aprovações dos projectos turísticos para impedir que o grupo que lidera, ou outros, passem pelo mesmo.

Ana Torres Pereira atp@negocios.pt 09 de Setembro de 2008 às 07:58
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A Sonae, oito anos depois de assinar um acordo com o Governo, inaugurou ontem o seu projecto em Tróia e Belmiro de Azevedo recorda que “foi preciso sofrer muito”, para chegar a este dia. Agora o engenheiro apela mais uma vez à celeridade das aprovações dos projectos turísticos para impedir que o grupo que lidera, ou outros, passem pelo mesmo.

“Foi preciso sofrer muito e o que eu desejo para nós próprios para projectos futuros, para os colegas que estão a fazer projectos novos, é que não haja um purgatório como este”, recordou Belmiro de Azevedo, à margem da inauguração da primeira fase do Tróiaresort.

O presidente da Sonae Capital, que controla a Sonae Turismo, quis recordar durante o seu discurso que “foram precisos oito anos, seis ministros para conseguir as condições para desenvolver o projecto e apenas três anos para fazer a obra”.

Contudo, apesar das criticas, o empresário não quis deixar de agradecer a vários ex-ministros, como Daniel Bessa, Augusto Mateus, ou Elisa Ferreira e a outros tantos ex-secretários de Estado do Turismo, como Vítor Neto, Pedro Almeida e Luís Correia da Silva.

“Este é um dia importante para Portugal, para o Grupo Sonae, porque significa que há sectores que estiveram abandonados durante muito tempo e têm um forte peso na balança de pagamentos”, foi acrescentando Belmiro de Azevedo.

O líder da Sonae Capital, quando questionado sobre o elevado valor das unidades turísticas comercializadas no empreendimento, disse que “os preços não são caros, são justos para remunerar os trabalhadores. Recordo que há 4.000 trabalhadores aqui com os salários em dia, quando antigamente havia 400 trabalhadores que iam receber o ordenado à Assembleia da República”.

“É preciso que isto seja bem pago, para pagar a esses trabalhadores”, acrescentou.

O grupo Sonae prevê investir cerca de 400 milhões de euros no complexo Tróiaresort, já estando aplicados cerca de 230 milhões nesta primeira fase.

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