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Belmiro promete reagir se PT não cumprir os compromissos assumidos na OPA

O presidente do Grupo Sonae disse hoje estar muito atento ao cumprimento dos compromissos assumidos pela Portugal Telecom durante a OPA. Belmiro de Azevedo insinuou ainda que o Governo interferiu no sentido de voto da Caixa Geral de Depósitos.

Isabel Cristina Costa iccosta@negocios.pt 26 de Abril de 2007 às 16:55
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O presidente do Grupo Sonae disse hoje estar muito atento ao cumprimento dos compromissos assumidos pela Portugal Telecom durante a OPA. Belmiro de Azevedo insinuou ainda que o Governo interferiu no sentido de voto da Caixa Geral de Depósitos.

"Estamos muito atentos a saber se os super-compromissos assumidos e que serviram de argumento para votar contra nós vão ser cumpridos", disse o presidente da Sonae à margem da Cerimónio de Plantação da Primeira Árvore na Sra. da Hora em Matosinhos, no empreendimento Efanor, Quinta das Sedas.

Questionado sobre o que faria se os compromissos não fossem cumpridos, Belmiro disse que "só reagimos a factos consumados".

"É um problema de verificar qual foi a razoabilidade do processo de decisão. E quem decidiu tem a obrigação de garantir que o que foi prometido e levou à nossa derrota (entre aspas) vai ser implementado", acrescentou.

Em relação ao comportamento do Governo durante o processo, Belmiro de Azevedo reagiu dizendo que "o Governo não tinha nada que se meter nisso".

Em entrevista na RTP1, José Sócrates garantiu que o Governo não interferiu no sentido de voto da Caixa Geral de Depósitos, que votou contra a desblindagem dos estatutos da Portugal Telecom.

"Hei-de dizer isso na altura própria. O melhor é entrevistar os anteriores presidentes da CGD e perguntar-lhes quais eram as regras do jogo, eu já fiz essa pergunta," disse Belmiro de Azevedo.

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