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Benfica aprova empréstimo obrigacionista de 20 milhões

Os accionistas do Benfica aprovaram hoje, por unanimidade, a emissão de um empréstimo obrigacionista no valor de 20 milhões de euros a emitir no decurso de 2007, revelou a Benfica SAD num comunicado no seu "site".

Ana Filipa Rego arego@negocios.pt 09 de Março de 2007 às 20:57
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Os accionistas do Benfica aprovaram hoje, por unanimidade, a emissão de um empréstimo obrigacionista no valor de 20 milhões de euros a emitir no decurso de 2007, revelou a Benfica SAD num comunicado no seu "site".

Segundo a mesma fonte, "a decisão de se avançar para o empréstimo obrigacionista prende-se com a necessidade de dotar a sociedade de uma estrutura financeira que lhe permita consolidar passivo num prazo mais dilatado, contribuindo assim para uma adequada gestão da sua tesouraria e, por outro lado, permitir o investimento no reforço da sua estrutura desportiva.".

Serão emitidas até 4.000.000 obrigações de valor nominal de cinco euros cada uma, no montante de um máximo de 20 milhões de euros.

A emissão terá a duração de três anos e será feita através de uma Oferta Pública de Subscrição, sendo posteriormente requerida a admissão à negociação na Euronext Lisboa. Em caso de subscrição incompleta, o montante da emissão "ficará limitado" ao montante efectivamente subscrito.

A taxa de juro será fixa e definida aquando do lançamento da emissão, «com um mínimo de 6% ao ano», sendo o pagamento dos juros semestral e o reembolso ao par, no final do terceiro ano.

O Benfica explica que foi equacionado um conjunto alargado de alternativas de captação de capitais alheios, "revelando-se ser mais vantajoso o recurso à modalidade de empréstimo obrigacionista" por algumas razões.

Entre as mesmas, o clube destaca o facto da "base alargada de sócios e simpatizantes do clube e o valor do reconhecimento da marca Benfica" serem "garantias para uma forte adesão" e a "possibilidade de obtenção de um financiamento de médio e longo prazo, de montante expressivo, com reembolso na maturidade",

A mesma fonte sublinha ainda a possibilidade de "proporcionar aos investidores uma taxa de remuneração atractiva face às condições vigentes no mercado" e de "proporcionar uma adequada diversificação da base de captação de recursos financeiros e promoção da Sociedade, por via da oferta pública, no mercado de capitais".

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