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BES e CBI querem nomear nova administração da ParaRede; AG suspensa para 18 de Junho (act)

Os accionistas Banco Espírito Santo e Central Banco de Investimento requereram a suspensão da Assembleia Geral da ParaRede para 18 de Junho, com vista a nomear novos órgãos sociais para a empresa, disse Silva Correia, presidente da ParaRede.

Bárbara Leite 24 de Maio de 2002 às 19:47
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Os accionistas Banco Espírito Santo e Central Banco de Investimento requereram a suspensão da Assembleia Geral da ParaRede para 18 de Junho, com vista a nomear novos órgãos sociais para a empresa, disse Silva Correia, presidente da ParaRede.

A actual administração com oito elementos foi escolhida ao abrigo do acordo parassocial que vai cessar no próximo dia 8 de Junho. Os três accionistas fundadores, Manuel Sobral, Coelho Campos e João Pereira foram responsáveis pela eleição da actual administração, incluindo Silva Correia.

«Estes accionistas (BES e CBI) querem ter uma palavra sobre a administração», após a cessação do acordo parassocial, acrescentou Silva Correia, no final da AG de hoje.

Silva Correia garantiu aos jornalistas, à saída da AG de hoje, que «nunca pus o lugar à disposição, nem tenho qualquer disposição de demissão». No entanto, «se os accionistas acharem que o melhor será a minha saída», então, Silva Correia não fica a dirigir os destinos da ParaRede no próximo mandato.

Os três accionistas institucionais deram, um voto de confiança ao novo presidente por altura da sua tomada de posse em Maio de 2001, adiantou o mesmo responsável.

Com a quebra do acordo, os três accionistas fundadores que, entretanto se demitiram dos seus cargos e, os três accionistas institucionais: BES, CBI e BPI, poderão alienar as suas posições no capital da ParaRede.

Para o presidente da ParaRede [PARA] não há qualquer razão para «que os accionistas (instituições financeiras) não continuem» no capital da empresa.

No total, as instituições financeiras nacionais controlam 40% da ParaRede.

As acções da ParaRede encerraram nos 0,35 euros, a cair 2,78%.

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