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BES reitera quota de mercado de 20% em 2005; cerca de 17,5% este ano

O BES reiterou que estima atingir uma quota de mercado de 20% em 2005 «e estamos no bom caminho», disse Joaquim Goes, administrador da instituição bancária, reforçando que em 2002 deverá atingir cerca de 17,5%.

Ana Torres Pereira atp@negocios.pt 26 de Setembro de 2002 às 13:40
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O BES reiterou que estima atingir uma quota de mercado de 20% em 2005 «e estamos no bom caminho», disse Joaquim Goes, administrador da instituição bancária, reforçando que em 2002 deverá atingir cerca de 17,5%.

Joaquim Goes, relativamente à quota de mercado do BES, à margem da apresentação dos resultados do BESnet, reiterou que «o nosso objectivo é em 2005 atingirmos os 20% (de quota de mercado) e estamos no bom caminho».

Em 2002, «a nossa estimativa deverá rondar uma quota de 17,5%», reforçou o responsável. No ano passado, a instituição bancária liderada por Ricardo Salgado tinha uma quota de mercado de cerca 16,8%.

O BES mantém o objectivo «de atingir o «cost-to-income», (ou rácio de eficiência que mede a relação dos custos sobre os proveitos), de 50% no final de 2003 e pensamos que estamos nesse caminho».

No primeiro semestre, o rácio de eficiência desceu dos 57,7% para os 55,4%.

Em termos de redução de custos «mantemos o objectivo de aumentar, em termos máximos, 3% dos custos operacionais até ao final do ano, o que compara com cerca de 9,6% no ano passado», adiantando que «é uma redução muito significativa na dinâmica de custos».

Os lucros do (BES) caíram 3,7% no primeiro semestre do ano, para 102,2 milhões de euros, devido ao abrandamento no crescimento do crédito a clientes e a uma subida de 7% nos custos operacionais.

No âmbito da medida aprovada pelo Governo, de aumentar o número de anos de duração do crédito à habitação, Joaquim Goes afirmou «é uma medida bem vinda, no sentido que permite um maior grau de liberdade aos bancos de poderem definir as suas políticas».

Este medida «pode contrabalançar o efeito, que vai existir, de alguma redução da procura ao crédito à habitação devido à supressão do regime bonificado», reforçou o responsável.

Joaquim Goes afirmou que «não é previsível» que as taxas de juro aumentem, com o fim do crédito bonificado, dizendo que «não existe correlação».

o BES seguia a valorizar 1,91% para os 10,65 euros.

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