Media Bloco de Esquerda defende debate amplo sobre serviço público de televisão

Bloco de Esquerda defende debate amplo sobre serviço público de televisão

O Bloco de Esquerda (BE) defendeu, este sábado, um amplo debate público sobre o serviço público de televisão em Portugal, considerando que a RTP "é um serviço público, não é só um conjunto de rádios e televisões".
Bloco de Esquerda defende debate amplo sobre serviço público de televisão
Lusa 24 de fevereiro de 2018 às 16:35

No início de um debate que decorre, na tarde deste sábado, 24 de Fevereiro, na Casa da Imprensa, em Lisboa, a coordenadora do Bloco de Esquerda, Catarina Martins, mostrou-se preocupada com a "suborçamentação e falta de capacidade para a RTP actuar nas diferentes dimensões em que tem de actuar".

 

Catarina Martins defendeu um amplo debate público sobre o serviço público de televisão em Portugal, considerando que a RTP "é um serviço público, não é só um conjunto de rádios e televisões".

 

Vincando que o debate desta tarde não é um ataque à RTP, mas sim um contributo para o debate sobre a televisão pública em Portugal, Catarina Martins acrescentou que o Bloco está também "preocupado com as condições dos profissionais que trabalham na RTP e as condições técnicas em que está a operar", porque a estação pública "deve ser um exemplo do ponto de vista tecnológico".

 

Para a coordenadora do BE, o debate deve também colmatar a "falta de pensamento público do próprio papel que a RTP deve ter e a que obrigações deve responder".

 

Na intervenção que serviu de introdução para o debate que está a decorrer, e que reúne os jornalistas Isabel Moreira, José Manuel Rosendo, João Fernando Ramos e Ricardo Alexandre, a líder do Bloco de Esquerda salientou a importância do debate numa altura em que "a falta de condições da própria RTP está a criar um cenário de crescente externalização dos seus serviços, que é uma forma de privatização parcial".

 

Depois do painel sobre 'A independência do serviço público de informação', os historiadores António Reis e Bruno Cabral juntam-se a Rosário Vivaldo, do museu RTP, para debater as 'Funções do serviço público nos planos cultural, da memória e da produção audiovisual".

 

Por último, o debate sobre 'Quem paga? Quem manda? Sustentabilidade e tutela do serviço público', terá a participação do jornalista António Louçã, do cineasta António Pedro Vasconcelos e da jornalista Margarida Metello.




A sua opinião4
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
comentar
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentários mais recentes
Anónimo 25.02.2018

Esta Catarina traidora muito a jeito do Acácio Barreiros, agora foge da " criminalização da RIQUEZA ilícita para políticos" como o DIABO da Cruz.

A vampira anda à procura de um pescoço... 24.02.2018

Para espetar os dentes.
Está na hora de acabar com a taxa do audiovisual na luz. A RTP e outras empresas têm que ser rentáveis por elas mesmo, e não serem alimentadas pelos Tugas. Não consegue, fecha-se, não estou disponível para sustentar parasitas esquerdalhos instalados pelo sistema.

Lousa 24.02.2018

Cá está ela a fazer aquele papel de tolinha a fazer de conta que não percebe que quem não tem dinheiro não tem vícios.

Rm 24.02.2018

Muito bem Bloco de Esquerda.

pub