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Bolsa nacional regressa às quedas após cinco sessões em alta

O PSI-20 contrariou o sentimento positivo dos restantes mercados europeus e voltou a negociar abaixo dos oito mil pontos. A EDP e a Galp Energia foram os títulos que mais penalizaram a bolsa nacional.

Ana Luísa Marques anamarques@negocios.pt 14 de Dezembro de 2010 às 16:43
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O PSI-20 recuou 0,74% para os 7.970,04 pontos, com 14 títulos em queda, quatro em alta e dois inalterados. O principal índice da bolsa nacional não fechava no vermelho há cinco sessões consecutivas. Esta é a segunda sessão em dez que a bolsa fecha em queda.

As quedas da EDP e da Galp Energia impediram o PSI-20 de acompanhar as subidas das restantes bolsas europeias, que chegaram a negociar no vermelho, mas inverteram a tendência animadas pelo sentimento positivo das praças norte-americanas.

Do outro lado do Atlântico, os mercados aguardam com expectativa a reunião da Reserva Federal e a possibilidade de Ben Bernanke anunciar novas compras de activos.

Na última reunião, o banco central dos Estados Unidos anunciou a compra de activos no valor de 600 mil milhões de dólares até meados de 2011 mas na semana passada admitiu que este valor pode aumentar.

EDP e Galp Energia penalizam bolsa nacional

Depois de terem sido os principais impulsionadores do PSI-20 na sessão de ontem, os títulos da EDP e da Galp foram os que mais penalizaram o principal índice da bolsa nacional.

A eléctrica caiu 2,72% para os 2,607 euros, tendo sido a cotada do PSI-20 que mais caiu, enquanto a petrolífera recuou 1,52% para os 14,265 euros. Ainda no sector energético, a EDP Renováveis perdeu 1,89% para os 4,355 euros, após um ganho superior a 3% na sessão de ontem.

A impedir maiores quedas na bolsa nacional estiveram os títulos do BCP e da Brisa, com ganhos de 0,48% e 0,43%, respectivamente. Em alta fechou também a Cimpor, que subiu 0,21% para os 5,358 euros, e a Semapa, que avançou 0,17% para os 8,462 euros.

A Sonae SGPS fechou inalterada nos 0,802 euros, no dia em que o BPI Equity Research reduziu o preço-alvo das acções da empresa de 1,08 para 1,00 euro mas manteve a recomendação de "acumular".

"A Sonae tem uma forte exposição ao mercado português e deve ser penalizada pela situação macroeconómica desfavorável em 2011", justificou o banco de investimento.

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