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Bolsas europeias avançam com expectativas de recuperação do mercado imobiliário

As principais praças europeias seguiam a negociar em terreno positivo pela segunda sessão consecutiva, numa altura em que as empresas de viagens avançavam animadas pela descida nos preços do petróleo. A beneficiar a negociação estava a especulação de que o mercado imobiliário irá recuperar, após as notícias ontem conhecidas.

Raquel Godinho rgodinho@negocios.pt 09 de Setembro de 2008 às 13:27
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As principais praças europeias seguiam a negociar em terreno positivo pela segunda sessão consecutiva, numa altura em que as empresas de viagens avançavam animadas pela descida nos preços do petróleo. A beneficiar a negociação estava a especulação de que o mercado imobiliário irá recuperar, após as notícias ontem conhecidas.

A liderar as subidas estavam a Ryanair Holdings subia 6,09% para os 2,7875 pence e a Daimler que somava 2,69% para os 41,47 euros. Este sector seguia a beneficiar da quebra dos preços do petróleo, numa sessão marcada pela reunião da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), da qual não se espera que sejam anunciadas alterações nas quotas de produção.

Também o sector financeiro contribuía para o desempenho positivo dos índices europeus, com o Royal Bank of Scotland a avançar 5,42% para os 257,75 pence.

O índice STOXX 600 valorizava 0,75% para os 283,42 pontos, depois de ontem ter somado 3,3%, o maior ganho desde 18 de Março, depois de ter sido conhecido que o governo norte-americano tomou o controlo das instituições hipotecárias Fannie Mae e Freddie Mac. Na semana passada, o “benchmark” acumulou uma queda de 5,53%.

“As acções estão a reagir às notícias macroeconómicas, com o petróleo a ajudar os fabricantes de carros e companhias aéreas”, referiu Matthieu Bordeaux-Groult, gestor de fundos da Richelieu Finance, citado pela agência Bloomberg.

O maior ganho era registado pelo londrino Footsie que apreciava 0,90% para os 5.495,30 pontos, suportado pelos títulos do sector financeiro, onde se destacavam para além do Royal Bank of Scotland, o HSBC que valorizava 2,29% para os 914,5 pence. A impedir maiores ganhos estavam os produtores de matérias-primas como a Xstrata que cedia 4,37% para os 2452 pence.

O DAX somava 0,65% para os 6.304,25 pontos, numa movimentação favorecida pela Allianz que ganhava 3,09% para os 54,33 euros e pela Bayer que avançava 3,50% para os 115,89 euros.

O CAC somava 0,71% para os 4.371,01 pontos, com o BNP Paribas a ganhar 3,76% para os 66,875 euros e o Société Générale a somar 4,92% para os 70,09 euros.

Em Amesterdão, o AEX era animado pelos ganhos do ING Groep que subia 2,16% para os 22,235 euros e da Unilever que apreciava 1,95% para os 20,39 euros. O “benchmark” valorizava 0,65% para os 401,40 pontos.

A bolsa de Madrid já inverteu a tendência e seguia a perder 0,06% para os 11.546,80 pontos, apesar dos ganhos do BBVA e do Santander que registavam subidas respectivas de 1,70% para os 11,94 euros e 0,60% para os 11,79 euros. A Repsol e a Inditex eram os principais responsáveis pelo desempenho do IBEX ao registar perdas de 4,51% para os 19,42 euros e 4,21% para os 28,89 euros, respectivamente.

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