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Bolsas europeias encerram em dia de indefinição

As praças europeias encerraram hoje depois de um dia de flutuações e discrepâncias.

Pedro Carreira Garcia pedrogarcia@negocios.pt 10 de Setembro de 2010 às 17:30
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A incerteza relacionada com as dúvidas emergentes relativas às resoluções do Comité de Supervisão Bancária de Basileia estão a dar uma nota mais pessimista aos índices. Reguladores norte-americanos discordam da proposta alemã de dez anos para o período de implementação dos novos rácios de capital, propondo um prazo mais curto – 5 anos – para que as novas regras sejam implementadas.

Apesar disso, a falta de indicadores preponderantes para mudar o rumo das bolsas europeias fez com que os índices tivessem encerrado quer com valorizações, quer a depreciar, órfãs de influências específicas.

O CAC encerrou com valorizações de 0,10% nos 3.725,82 pontos, ao passo que o Footsie encerrou com uma subida de 0,14% nos 5.501,64 pontos.

O índice francês foi fortemente influenciado pelo sector automóvel, com a Peugeot e a Renault, tendo esta última fechado sessão a valorizar 1,82% nos 35,89 euros.

O AEX holandês também fechou com subidas de 0,11% nos 334,96 pontos.

A registar descidas estiveram o índice castelhano IBEX, nos 10.689,60 pontos depois de declinar 0,22%, o alemão DAX, a encerrar nos 6.214,77 pontos com quedas de 0,11%.

O índice germânico foi pressionado pelas fortes quedas do Deutsche Bank, na sequência da especulação em torno do aumento de capital de nove mil milhões de euros por parte do banco.

O maior grupo financeiro alemão caiu, então, 4,64% e fechou sessão nos 47,70 euros.

Já o IBEX fechou com valorizações da energética Endesa, nos 19,81 euros depois de ter subido 1,33%, apesar de quedas no sector bancário.

O Banco Santander encerrou a sessão a depreciar 0,06%, e começará a negociar na segunda-feira nos 9,919 euros, apesar das notícias já confirmadas do acordo entre o Allied Irish Banks e o grupo espanhol para a compra de 70% do banco polaco Zachodni.

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