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BPI analisa compra do Novo Banco mas também tem receios com a sua venda

O banco é um potencial comprador do Novo Banco mas também é accionista do fundo de resolução, que pode perder dinheiro numa venda do banco de transição do BES abaixo de 4,9 mil milhões de euros.

Diogo Cavaleiro diogocavaleiro@negocios.pt 27 de Outubro de 2014 às 13:33
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"O BPI está a fazer o trabalho de casa", reiterou o presidente do banco sobre a avaliação de uma aquisição do Novo Banco, herdeiro dos activos do Banco Espírito Santo.

 

Para o banqueiro, "é obrigatório analisar a oportunidade". Questionado sobre a contratação de assessoria jurídica nesta operação, Ulrich não se quis alongar. Mas admitiu que era "natural que, em processos deste tipo, para a realização de trabalhos de casa", haja essa contratação.

 

A folga detectada nos testes de stress, já que o BPI ficaria com uma almofada de 1.345 milhões de euros caso se concretizasse o cenário adverso, é vista com "orgulho" mas o banqueiro não quer tirar dai "ilações" para uma eventual aquisição. Mas vai dizendo que é melhor estar numa situação de compra do que de venda.

 

Mas, neste momento, para além de potencial comprador, Ulrich diz ter "legitimidade" para falar como alguém que faz parte do fundo de resolução da banca, que capitalizou em 4,9 mil milhões de euros o Novo Banco. Se a instituição for vendida abaixo deste valor, é a banca que terá de suportar a diferença.

 

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