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Brisa espera poupar 45 milhões com novos projectos de eficiência

Concessionária vai avançar com uma segunda fase do programa "E-toll", de reforço da automatização, até 2014.

Maria João Babo mbabo@negocios.pt 18 de Novembro de 2011 às 11:12
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A Brisa prevê que os projectos que tem em curso para o aumento da eficiência, combinados com menores exigências de investimento, resultarão em poupanças de 45 milhões de euros até 2014. No Dia do Investidor da concessionária, que está a decorrer, o administrador António Nunes de Sousa apresentou as novas medidas de eficiência da Brisa, que passam designadamente pela optimização do investimento, “downsizing” da Brisa Engenharia e Gestão (BEG) e aumento da automatização.

O responsável sublinhou ainda que os projectos serão implementados de forma gradual, sendo que alguns vão exigir pagamento de indemnizações.

De acordo com a apresentação que o administrador fez aos analistas, a Brisa considera que uma segunda fase do programa “E-toll” poderá ser lançada quando for atingida uma taxa de automatização da ordem dos 90%, o que deverá acontecer até 2014.

Além da introdução prevista de portagens electrónicas em mais quatro SCUT, nos próximos dois anos entrarão em operação mais seis novas concessões rodoviárias com portagem, que serão 100% automatizadas.

Como frisou, os equipamentos necessários já estão montados, não havendo assim novas exigências de investimento, mantendo também estáveis as despesas operacionais

A poupança anual estimada com este projecto é de 3 milhões de euros.

Já a redução de custos esperada com o “downsizing” da BEG é da ordem dos 8 milhões de euros anuais.

António Nunes de Sousa destacou que os principais trabalhos de construção estão em fase de conclusão, razão pela qual “a BEG irá ajustar a sua estrutura de custos à menor actividade esperada”.

Os cortes na despesa, disse, no total de oito milhões, serão implementados de forma equilibrada, iniciando-se no próximo ano.

Já com a optimização do investimento, tendo em conta mudanças nas práticas de construção, a concessionária prevê uma poupança de 15 milhões de euros.

A somar a estas medidas, a Brisa acredita ainda que os processos de optimização e sinergias resultarão numa redução de custos de 4 milhões de euros.

E que a redução do tráfego, que exigirá também menor investimento, terá um impacto de 15 milhões de euros.
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