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Brisa estima investir 2,99 mil milhões até 2008 (act2)

A Brisa estima investir 2,99 mil milhões de euros (600 milhões de contos) na área de telecomunicações e internacionalização na América Latina, Alemanha, Áustria, Espanha, nos próximos 6 a 7 anos, disse Van Hoof Ribeiro, presidente da empresa.

Bárbara Leite 16 de Julho de 2001 às 14:49
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(actualiza com mais informação)

A Brisa estima investir 2,99 mil milhões de euros (600 milhões de contos) na área de telecomunicações e internacionalização na América Latina, Alemanha, Áustria, Espanha, nos próximos 6 a 7 anos, disse Van Hoof Ribeiro, presidente da empresa, à saída da sessão especial de Bolsa para apuramento dos resultados da privatização da empresa.

«Temos previsto que libertaríamos, nos próximos seis a sete anos, qualquer coisa como 2,99 mil milhões de euros (600 milhões de contos)», afirmou Van Hoof em declarações aos jornalistas.

Segundo o mesmo responsável, os projectos de telecomunicações, através da ONI como a terceira geração móvel (UMTS) e Brasil vão garantir a maioria fatia dos investimentos previstos pela concessionária de auto-estradas.

«O UMTS, a ONI e o Brasil-olhando para estes três investimentos verificarão (...) que eles próprios (...) necessitam de investimentos substancialmente elevados», disse o presidente da Brisa.

Contudo, o presidente da Brisa [BRISA] não descura novos investimentos, em particular na Aústria, Alemanha, Espanha e América Latina, através da brasileira CCR, onde detêm uma posição de 20% do capital.

Os novos investimentos da Brisa poderão passar pela «Aústria e a Holanda», disse Van Hoof, adiantando que «na Aústria estamos a concorrer ao concurso de concessões e na Alemanha fomos consultados, bem como na Eslovénia».

«A Alemanha vai certamente passar a ter passagens pagas nas suas auto-estradas, aí também teremos uma palavra a dizer», acrescentou Van Hoof.

Outro dos destinos do investimento será a «América Latina» e neste âmbito, Van Hoof Ribeiro afirmou que «serão os nossos “partenrs” locais que poderão iniciar as situações mais benéficas».

«Em Espanha, também fomos consultados», referiu Van Hoof Ribeiro.

O mesmo responsável disse ainda que o mercado grego também poderá ser interessante porque «carece de auto-estradas».

Política trava internacionalização da Brisa

A internacionalização da Brisa tem sido alvo de obstáculos das instituições políticas existentes nos diversos países, salientou hoje Van Hoof.

Em declarações aos jornalistas, o presidente da Brisa sublinhou que «a política faz andar tudo e trava tudo», tendo afirmando que alguns países «não quererão deixar entrar nada no seu país que suporte outro tipo de actividades», além das concessões de auto-estradas, tais como a Via Verde ou a construção civil.

As acções da Brisa cotavam nos 9,64 euros (1.933 escudos) a cair 0,61%.

O mesmo responsável disse ainda que o mercado grego também poderá ser interessante porque «carece de auto-estradas».

Política trava internacionalização da Brisa

A internacionalização da Brisa tem sido alvo de obstáculos das instituições políticas existentes nos diversos países, salientou hoje Van Hoof.

Em declarações aos jornalistas, o presidente da Brisa sublinhou que «a política faz andar tudo e trava tudo», tendo afirmando que alguns países «não quererão deixar entrar nada no seu país que suporte outro tipo de actividades», além das concessões de auto-estradas, tais como a Via Verde ou a construção civil.

As acções da Brisa cotavam nos 9,64 euros (1.933 escudos) a cair 0,61%.

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