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Bruxelas recusa-se a investigar mercado português

A Comissão Europeia (CE) recusa-se a fazer qualquer investigação ao mercado português de combustíveis. Os serviços comunitários da Direcção-Geral da Concorrência consideram que essa é uma competência da Autoridade da Concorrência nacional, soube o Negócios.

Tânia Ferreira tf@negocios.pt 09 de Fevereiro de 2009 às 00:01
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A Comissão Europeia (CE) recusa-se a fazer qualquer investigação ao mercado português de combustíveis. Os serviços comunitários da Direcção-Geral da Concorrência consideram que essa é uma competência da Autoridade da Concorrência nacional, soube o Negócios.

"A Autoridade da Concorrência está bem colocada para investigar a questão [discrepância entre o preço do barril de petróleo e o da gasolina fixado pelas petrolíferas a operar no mercado nacional, assim como a proximidade de preços entre as várias empresas]", afirma a CE na carta de resposta à queixa apresentada a título individual por Pedro Branco, como consumidor.

O advogado de Vila Nova de Gaia apresentou uma queixa em Bruxelas, junto da comissária europeia da Concorrência, Neelie Kroes, sobre possível manipulação e concertação de preços na área da venda dos combustíveis em Portugal, durante o mês de Janeiro, relatou o queixoso, desalentado, ao Negócios.

O fundamental da reclamação é a discrepância entre os preços do barril de petróleo e da gasolina e gasóleo fixados pela Galp Energia, Cepsa, BP e Repsol, e ao facto destas empresas manterem preços de venda muito semelhantes entre si.

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