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Cada membro do Linkedin gera receitas de 16,30 dólares

O Facebook ou o Twitter podem ser os mais populares, mas o Linkedin é o que gera mais receita por utilizador (ARPU). Segundo um estudo sobre esta rede profissional, apresentado pelo Católica Lisbon Innovation Lab, cada membro gera 16,3 dólares, um valor que compara com os 0,7 dólares do Facebook e 2,9 dólares do Twitter.

Ana Torres Pereira atp@negocios.pt 05 de Julho de 2013 às 12:23
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O Linkedin continua muito atrás dos seus concorrentes em termos de receitas, gerando mil milhões de dólares, contra os 5,5 mil milhões de dólares do Facebook e dos 53 mil milhões do Google.

 

O estudo da FaberNovel recordou que no final deste ano estima-se que esta rede profissional alcance os 275 milhões de membros.

 

É nos EUA que existe a maior comunidade, com 77 milhões de utilizadores, seguindo-se a Europa com 55 milhões, depois é a discrepância com o terceiro lugar a ter 19 milhões que é a India.

 

Nesta análise é referido que “79% dos utilizadores tem 35 anos ou mais, a idade média são os 41 anos e 69% dos utilizadores fazem em média 60 mil dólares por ano e 50% dos membros são decisores”.

 

Enquanto, redes como o Facebook, Google ou Amazon se centram no negócio directo ao consumidor, o Linkedin foi criado para ser negócio entre empresas. Este estudo refere que neste último caso é onde se pode gerar mais valor.

 

Em média, os utilizadores do Facebook estão 7 horas ligados por dia, já no Linkedin não chega a 1 hora (0,3), o mesmo se passa no Twitter (0,6).

 

É aqui que o Linkedin precisa melhorar o seu desempenho, segundo o estudo. “A grande tarefa do Linkedin é aumentar o “engagement” com os seus membros e fazer com que aumente o número de horas que cada membro passe mais horas na rede e gere mais valor”.

 

Com estes números, o estudo refere que há cada vez mais empresas a realizar o recrutamento através do Linkedin. Nesta análise, as empresas que passaram a recrutar através dos "social media", aumentaram o volume de candidatos em 49%, a qualidade destes melhorou 43% e o número de referências incrementou 31%.

 

Este sistema de recrutamento pode ser mais rápido e menos dispendioso. É dado como exemplo, a empresa de software Opower que poupou 2,7 milhões ao recrutar pelo Likedin ou seja 16 mil dólares por contratação.

 

Contudo, o Linkedin também está a ter o desafio do aparecimento de mais concorrentes. Há mais plataformas especificamente criadas para a troca de contactos profissionais e recrutamento.

 

Em Portugal, segundo o Socialbakers existem 438.608 membros, o que posicionou no 44º lugar. 

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