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CajAstur «confortável» e disponível para reforçar na EDP

A CajAstur manifestou-se ontem «confortável» com a forma como o governo português está a conduzir o processo da EDP e disposta a reforçar a participação, depois da exclusão da Iberdrola do conselho superior da eléctrica portuguesa.

Negócios negocios@negocios.pt 09 de Janeiro de 2006 às 08:02
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A CajAstur manifestou-se ontem «confortável» com a forma como o governo português está a conduzir o processo da EDP e disposta a reforçar a participação, depois da exclusão da Iberdrola do conselho superior da eléctrica portuguesa.

É a reacção oficial da accionista espanhola da EDP, após o ministro da Economia ter apresentado, na quinta-feira, o novo modelo de governação para a eléctrica, que passa a incluir um conselho superior, mas do qual não fará parte, para, já a congénere espanhola Iberdrola.

Num comunicado enviado à agência Lusa, a accionista asturiana da EDP manifesta-se «confortável» com a forma como o governo português está a conduzir o processo, que a CajAstur «confia que termine felizmente para os accionistas, trabalhadores e clientes» da eléctrica portuguesa.

Fonte oficial da instituição financeira espanhola admitiu mesmo, em declarações à Lusa, a disposição de «reforçar e consolidar» a posição na EDP. «A CajAstur mantém a sua firme aposta na EDP e concorda com as linhas gerais definidas pelo governo português para a política energética do país», lê-se no comunicado.

A instituição expressa ainda a «melhor disposição para continuar a trabalhar, juntamente com todos os agentes do processo de definição do modelo de governação mais adequado aos interesses da empresa e às melhores práticas internacionais».

A Caja de Ahorro de Astúrias, recorde-se, detém 5,53% da EDP. A Iberdrola tem 5,7%. O Estado é o maior accionista da EDP, através da "holding" estatal Parpública, que controla 20,49% do capital da eléctrica.

A Caixa Geral de Depósitos controla 4,89% da EDP, o BCP tem 5,99%, a UBS com 2,18% e a Brisa com 2%. Na quinta-feira, o BES adquiriu em bolsa uma posição de 1,84%, passando a deter 2,17% do capital da empresa.

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