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Camargo Corrêa garante que Cimpor manterá sede em Lisboa

A Camargo Corrêa explica, em comunicado, que o objectivo da operação de fusão que hoje propôs à Cimpor é o de "maximizar o valor dos activos e do know-how dos dois grupos, reforçando a Cimpor como um líder mundial com grande enfoque nos mercados emergentes, mantendo-se como uma empresa portuguesa, sedeada em Lisboa e cotada na Euronext Lisbon".

Maria João Babo mbabo@negocios.pt 13 de Janeiro de 2010 às 17:57
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A Camargo Corrêa explica, em comunicado, que o objectivo da operação de fusão que hoje propôs à Cimpor é o de “maximizar o valor dos activos e do know-how dos doisgrupos, reforçando a Cimpor como um líder mundial com grande enfoque nosmercados emergentes, mantendo-se como uma empresa portuguesa, sedeada em Lisboa e cotada na Euronext Lisbon”.

O grupo propõe a incorporação dos seus activos de cimentos na Cimpor mediante fusão, ficando com menos de 50% da nova Cimpor.

“Com a fusão, toda a actividade cimenteira do grupo Camargo Corrêa será integrada na Cimpor”, refere em comunicado, acrescentando que “cederá o controlo integral dos seus activos cimenteiros a nível mundial, assegurando um integral alinhamento de interesses de todos os accionistas da Cimpor numa estratégia única e numa plataforma industrial comum reforçada”.

A Camargo Corrêa apresentou hoje formalmente ao conselho de administraçãoda Cimpor uma proposta de fusão entre duas sociedades portuguesas: a Cimpor e aCamargo Corrêa Portugal, SGPS, S.A. (que irá adquirir a Camargo Corrêa Cimentos), fusão essa que se traduzirá na integração da Camargo Corrêa Cimentos na Cimpor. A proposta está sujeita a condições, como a aquisição, pelo grupo, de uma participação entre 15% e 25% do capital social da Cimpor. Ao abrigo da proposta, a Camargo Corrêa deterá uma participação inferior a50% do capital social e dos votos da empresa após a fusão, para o que se comprometea vender as acções da Cimpor que eventualmente venha a deter em excesso àquela percentagem, avançou em comunicado.

O grupo propõe ainda a distribuição aos accionistas da Cimpor de um dividendo extraordinário no valor global de até 350 milhões de euros.
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