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Camargo propõe suspensão da Assembleia Geral da Cimpor

Votorantim vai votar ao lado da proposta da Camargo, pelo que os accionistas deverão apenas votar o primeiro ponto da ordem de trabalhos. A proposta de distribuição de dividendos não será assim votada.

Maria João Babo mbabo@negocios.pt 20 de Abril de 2012 às 12:23
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A Camargo Corrêa está a propor aos accionistas da Cimpor a suspensão dos trabalhos da assembleia geral, sendo apenas votado o primeiro ponto da ordem de trabalhos, que diz respeito à aprovação das contas de 2011.

O Negócios sabe que a Votorantim irá votar ao lado da Camargo Corrêa, pelo que a proposta irá ser aprovada. A votação ainda não ocorreu, porque houve accionistas que se inscreveram para falar.

Deste modo, os accionistas da Cimpor, que já aprovaram o ponto 1 da ordem de trabalhos, não irão votar mais nenhum, pelo que a proposta de aplicação de resultados, que prevê um pagamento de 16,6 cêntimos por acção, não será deliberada.

Na AG, a Camargo justificou a proposta de adiamento da aprovação dos pontos da AG com a "conveniência em deixar correr a tramitação da OPA".

A Investifino já fez saber aos accionistas que se opõe à proposta.

Na OPA, os brasileiros da Camargo oferecem uma contrapartida de 5,50 euros por cada acção da Cimpor, valor que é, no entanto, "deduzido de qualquer montante que venha a ser atribuído a cada acção, seja a título de dividendos, de adiantamento sobre lucros de exercício ou de distribuição de reservas", caso ocorra antes da liquidação da oferta, segundo a empresa. Com o pagamento de um dividendo de 16,6 cêntimos, o preço da oferta seria de 5,33 euros.

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