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Carlos Tavares refuta acusações de Jardim Gonçalves

Carlos Tavares respondeu hoje às críticas de Jardim Gonçalves de que as notícias que têm saído sobre as investigações ao BCP dão uma sensação de julgamento antecipado . O presidente da CMVM diz que não se pode dizer que houve julgamento antecipado .

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Carlos Tavares respondeu hoje às críticas de Jardim Gonçalves de que as notícias que têm saído sobre as investigações ao BCP dão uma “sensação de julgamento antecipado”. O presidente da CMVM diz que “não se pode dizer que houve julgamento antecipado”.

Num encontro com jornalistas sobre as novas medidas de prevenção e combate ao abuso de mercado, Carlos Tavares garante que o regulador cumpriu a lei no que respeita aos esclarecimentos prestados sobre o caso do financiamento da aquisição de acções próprias do BCP através de sociedades “offshore”.

“Deu-se informação até ao limite que a lei permitia. Apontar factos não é julgar antecipadamente”, afirmou o presidente da CMVM.

“O que a CMVM fez em Dezembro foi apresentar conclusões preliminares relativas a factos. A CMVM não o faria se não tivesse segurança. E os factos são, de facto, graves. Desde então, foram confirmados e reforçados. A comunicação de Dezembro não é uma situação normal mas o código penal prevê excepções para assegurar a tranquilidade pública”, acrescentou o responsável.

Questionado sobre se teme que o processo de investigação ao BCP possa ser impugnado por erros processuais, Carlos Tavares sublinhou: “De maneira nenhuma”.

“Este processo exige provas bem fundamentadas e tem vindo a dar origem a contra-ordenações e ao envio de indícios para o Ministério Público”, recordou o presidente do regulador.

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