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Carlos Tavares reitera que transferência do gás para a EDP é para continuar

O Governo mantém negociações para a reestruturação de sector energético em Portugal com os diversos intervenientes, sendo que, para o ministro da economia, Carlos Tavares, «concerteza que o processo é para continuar dentro das linhas propostas».

Bárbara Leite 06 de Janeiro de 2004 às 17:55
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O Governo mantém negociações para a reestruturação de sector energético em Portugal com os diversos intervenientes, sendo que, para o ministro da economia, Carlos Tavares, «concerteza que o processo é para continuar dentro das linhas propostas».

No âmbito de uma resolução tomada pelo Conselho de Ministros em 2003 havia a orientação para que o gás natural, que se encontrava na actividade da Galp Energia, fosse transferida para a Electricidade de Portugal (EDP) de forma a tornar esta última mais produtiva no arranque do mercado ibérico de electricidade.

Esta reorganização está no entanto dependente de um acordo com a maior accionista privado da Galp Energia, a italiana Eni.

As negociações entre o Estado, a Eni e a EDP ainda não chegaram a bom termo estando previsto entregar o processo a um tribunal arbitral caso não haja consenso, depois de 31 de Janeiro próximo, quanto à posições accionistas na nova reorganização empresarial.

«Não falo de negociações antes de elas estarem concluídas, disse esta tarde o ministro da economia à margem do Seminário Diplomático 2004.

Para Tavares há ainda «muitas questões a tratar neste âmbito, com diversos actores e esperamos ter notícias em breve», realçou a mesma fonte.

Nesta reorganização segundo o ministro é preciso distinguir «sempre aquilo que é o papel do Estado como regulador, do papel do Estado como um dos accionistas das empresas».

O Estado tem 30% na EDP e 34,33% na Galp Energia, duas das empresas que serão afectadas pelas reorganizações.

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