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Century 21 facturou mais de 25 milhões em 2016

A facturação da rede imobiliária Century 21 Portugal cresceu 36% em 2016, face ao período homólogo, para mais de 25 milhões de euros, informou hoje a empresa.

Inês Lourenço
Lusa 24 de Fevereiro de 2017 às 07:42
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Em comunicado, a empresa indicou que entre Janeiro e Dezembro de 2016, a facturação da rede imobiliária superou os 25 milhões de euros quando em 2015 esse valor tinha sido 20 milhões de euros.

 

Em 2016 foram realizadas mais de 8.000 transacções de venda de imóveis, traduzindo uma subida de 11%, em comparação com as 7.250 efectuadas no período homólogo.

 

A empresa referiu ainda que, em 2016, os negócios mediados na rede da marca cresceram 26% para os 593 milhões de euros.

 

O valor médio de venda dos imóveis, a nível nacional, situou-se nos 148 mil euros e cresceu 14% face à média de 130 mil euros verificada em 2015, tendo continuado a ser mais procuradas as tipologias T2 e T3.

 

Para este cenário tem contribuído o aumento do crédito à habitação, em "combinação com a atractividade das taxas de juro, definidas pelos bancos centrais".

 

"A evolução registada no montante de novas operações de crédito à habitação permitiu que muitas famílias portuguesas regressassem ao mercado, para comprar e vender os seus imóveis", segundo a empresa, que referiu que o efeito se sentiu sobretudo nos mercados periféricos.

 

A nível de arrendamento houve uma forte quebra de 21%, para cerca de 3.500 transacções, em comparação com as 4.233 realizadas em 2015, "acentuando a tendência decrescente já verificada nos anos anteriores".

 

"Não obstante, o valor médio do arrendamento de imóveis aumentou 22% e situa-se agora nos 670 euros, face à média dos 550 euros registados em 2015", segundo a multinacional liderada em Portugal por Ricardo Sousa (na foto).

 

Em 2016, as transacções internacionais de venda representaram cerca de 24% do total das vendas feitas e subiram 6% para as 1.923 (contra as 1.819 registadas em 2015). Os cidadãos que mais procuraram comprar, através da empresa, foram franceses, brasileiros, belgas e britânicos, enquanto na lista de zonas mais procuradas foram Lisboa, Cascais, Porto, Algarve e a Costa de Prata.

 

A Century 21 Portugal fechou 2016 com 1.580 colaboradores e 90 lojas.

 

Em 2017 o mercado imobiliário estará marcado por a oferta estar "bastante desajustada da procura, sobretudo em termos das reais capacidades financeiras da classe média portuguesa".

 

"O número de construções novas, para habitação familiares, está muito abaixo das actuais necessidades do mercado", comentou a Century 21, que admitiu que com, o crescente interesse de clientes internacionais e a alteração do uso de habitação para hotéis ou alojamento local, "é evidente a necessidade de obra nova".

 

Assim, defende, que é necessário construção nova com valores de venda inferiores a 200 mil euros nos principais centros urbanos e 150 mil euros nos mercados periféricos.

 

"O mesmo racional aplica-se, também, para o mercado de arrendamento, no qual a procura se concentra nos imóveis com valores inferiores a 600 euros e 500 euros, respectivamente", concluiu o comunicado.

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