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CEO da banca garantem a Obama que vão ajudá-lo a recuperar a economia

"Estamos a tentar fazer o que é certo para os Estados Unidos", garantiram os CEO de alguns dos maiores bancos norte-americanos à saída da reunião com Barack Obama. Os responsáveis disseram ao presidente dos Estados Unidos que estão disponíveis para trabalhar com o Executivo no sentido de alcançar a recuperação económica do país.

CEO da banca garantem a Obama que vão ajudá-lo a recuperar a economia
Ana Luísa Marques anamarques@negocios.pt 27 de Março de 2009 às 18:29
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"Estamos a tentar fazer o que é certo para os Estados Unidos", garantiram os CEO de alguns dos maiores bancos norte-americanos à saída da reunião com Barack Obama. Os responsáveis disseram ao presidente dos Estados Unidos que estão disponíveis para trabalhar com o Executivo no sentido de alcançar a recuperação económica do país.

No final da reunião com o presidente dos Estados Unidos, os 15 CEO da banca traziam consigo uma mensagem de esperança. Afirmaram que as suas empresas são o centro de uma potencial recuperação económica e garantiram que estão disponíveis para trabalhar com o Executivo.

"A mensagem é que estamos unidos nesta situação", disse o CEO da Wells Fargo, John Stumpf. "Estamos a tentar fazer o que é certo para os Estados Unidos", acrescentou o responsável.

Nesta reunião estiveram, entre outros os CEO do Citigroup, Vikram Pandit, e do Morgan Stanley, John Mack (na foto, os dois executivos à chegada à reunião), Jamie Dimon do JP Morgan Chase e Kenneth Lewis do Bank of America.

Kenneth Lewis defendeu, antes da reunião, que os Estados Unidos deviam considerar a possibilidade de separar entre a banca comercial da banca de investimento.

Numa entrevista concedida à Bloomberg após a reunião com Obama, o CEO do Goldman Sachs, Lloyd Blankfein, defendeu que é muito difícil regressar à antiga regulação que separou a banca de investimento da comercial, referindo-se à Lei Glass-Steagall, que vigorou entre 1933 e 1999.
No início deste mês, o CEO do JP Morgan criticou os membros do Governo que demonizaram Wall Street, afirmando que isso não ajuda a resolver os problemas do país. Jamie Dimon afirmou hoje que o JP Morgan ainda não sabe quando vai devolver o dinheiro que recebeu do Governo norte-americano.

O presidente norte-americano convocou esta reunião para pedir aos CEO apoio na implementação do seu plano de estabilização do sistema financeiro.

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