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CEO da Eni não tem urgência em resolver participação na Galp Energia

O presidente executivo da Eni, Paolo Scaroni, não tem pressa para decidir o que fazer à sua participação de 33% na Galp Energia, avança hoje a Reuters. Estas declarações surgem depois de Américo Amorim ter ontem defendido que o futuro da petrolífera portuguesa deve passar pela parceria entre os accionistas portugueses e a angolana Sonangol, caso a empresa italiana decida sair do capital da petrolífera portuguesa.

Negócios negocios@negocios.pt 27 de Março de 2009 às 16:38
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O presidente executivo da Eni, Paolo Scaroni, não tem pressa para decidir o que fazer à sua participação de 33% na Galp Energia, avança hoje a Reuters. Estas declarações surgem depois de Américo Amorim ter ontem defendido que o futuro da petrolífera portuguesa deve passar pela parceria entre os accionistas portugueses e a angolana Sonangol, caso a empresa italiana decida sair do capital da petrolífera portuguesa.

Actualmente, a Eni e a Amorim Energia detêm, cada uma, 33,3%, o Governo português 7%, a CGD 1% e outros 25,32%. A Sonagol está presente no capital da Galp Energia através da Amorim Energia, da qual é accionista.

Américo Amorim admitiu na entrevista concedida ontem à Reuters, que este acordo pode ser alterado ou antecipado. De acordo com Américo Amorim, o CEO da Eni, Paolo Scaroni, já admitiu várias vezes que prefere sair do capital da Galp, caso não consiga controlar a empresa.

No entanto, Paolo Scaroni, em resposta a essas declarações sublinha hoje que “ a nossa intenção é a longo prazo. Por isso, não há pressa para decidir”.

O responsável disse ainda que contratou um banco de investimento para o auxiliar na venda da sua refinaria na costa Este de Itália, depois de ter recebido várias indicações de interesse na mesma.

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