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CEO do JP Morgan arrepende-se de usar garantias bancárias do governo

Jamie Dimon, CEO do JP Morgan disse estar arrependido de ter usado o programa do governo de garantias à dívida dos bancos de investimento norte-americanos, para emitir 40 mil milhões de dólares em obrigações durante o pico da crise financeira.

Hugo Paula hugopaula@negocios.pt 01 de Abril de 2010 às 08:17
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Jamie Dimon, CEO do JP Morgan disse estar arrependido de ter usado o programa do governo de garantias à dívida dos bancos de investimento norte-americanos, para emitir 40 mil milhões de dólares em obrigações durante o pico da crise financeira.

“Nós precisávamos dela”, disse o Dimon na sua carta anual aos accionistas, que foi emitida ontem. “E só contribuiu para o argumento de que todos os bancos tinham sido resgatados e alimentou críticas e raiva em relação aos bancos”.

O JP Morgan é o segundo banco com mais depósitos, depois do Bank of America e atravessou crise financeira sem registar prejuízos, tendo tido um lucro acumulado de 17 mil milhões de dólares nos últimos dois anos.

O banco liderado Dimon foi “altamente criticado” publicamente por ter recorrido às garantias bancárias e aos fundos de TARP, que pagou em Junho. O banco suspendeu a participação em todos os programas do governo em Abril do ano passado, para “evitar o estigma”, segundo disse o CEO na carta aos accionistas.

“Não era uma questão de acesso ou de necessidade”, disse Dimon acerca dop programaa de garantias bancárias. “Os mercados estiveram sempre à nossa disposição, mas o programa poupou-nos dinheiro”.

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