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CGD diz que venda da sede do banco pelo Fundo de Pensões não está prevista

Fonte oficial da CGD diz que não está prevista a alienação de activos por parte do fundo de pensões do banco, incluindo a sede da instituição financeira do Estado.

Negócios negocios@negocios.pt 19 de Agosto de 2011 às 17:30
Fonte da CGD diz que o banco do Estado “não se encontra incluída no conjunto das instituições de crédito que estão em conversações com o Estado com vista a eventual passagem do seu fundo de pensões para a Caixa Geral de Aposentações", pelo que "não está também prevista a alienação de activos, designadamente a sede social da CGD, do Fundo”.

O Diário Económico avançou hoje que o fundo de pensões da Caixa Geral de Depósitos, antes de ser transferido para o Estado, terá de vender a sede do banco.

“O Fundo de Pensões dos trabalhadores da CGD está numa situação de franco equilíbrio e conta com activos com a conveniente rendibilidade”, sublinha a mesma fonte, acrescentando que “não está, por isso, prevista qualquer alienação por parte do mesmo".

A transferência dos fundos de pensões do sector bancário para a Segurança Social é uma questão antiga, mas que nunca se concretizou por não haver acordo sobre o apuramento dos montantes que devem ser transferidos. O Estado queria garantir que os referidos fundos estão totalmente cobertos pelas suas responsabilidades, isto é, que a Segurança Social não terá de cobrir défices dos referidos fundos. Mas até agora nunca se chegou a acertar uma fórmula.

Foi anunciado recentemente que estas responsabilidades vão ser todas transferidas para o Estado, de acordo com o anúncio feito pela troika dia 12 de Agosto. E hoje, fonte oficial do Ministério das Finanças garantiu que o “aprofundamento desse processo de integração envolverá todas as instituições de crédito, sem excepção, não estando ainda definido o calendário de realização das operações, nem a metodologia para a sua operacionalização”.

Com a transferência dos fundos de pensões, o Estado encaixa cerca de 500 milhões de euros. O objectivo é o de cobrir despesas extraordinárias referentes ao BPN e à Região Autónoma da Madeira. Segundo as contas da Comissão avançadas na conferência de imprensa do mesmo dia, o custo líquido do BPN deverá rondar os 320 milhões de euros, a que se juntam 277 milhões de euros com a Madeira.



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