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CIN regressa aos lucros no primeiro trimestre

A CIN registou um resultado líquido de 1,4 milhões de euros no primeiro trimestre deste ano, o que correspondeu a um crescimento de 447% face ao periodo homólogo e a passagem de prejuízos aos lucros.

Carla Pedro cpedro@negocios.pt 25 de Maio de 2006 às 19:26
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A CIN registou um resultado líquido de 1,4 milhões de euros no primeiro trimestre deste ano, o que correspondeu a um crescimento de 447% face ao periodo homólogo e a passagem de prejuízos aos lucros.

As vendas consolidadas atingiram 43,8 milhões de euros, o que representa uma subida de 12% em comparação com o primeiro trimestre de 2005.

O EBITDA foi de 4,67 milhões de euros, o que revela um aumento de 59% relativamente aos primeiros três meses do ano passado, «espelhando o crescimento da margem em valor, bem como o efeito positivo das medidas tomadas no sentido de tornar mais flexível a estrutura de custos operacionais», refere o comunicado da empresa de tintas, salientando – em relação à economia ibérica – que a economia espanhola registou um bom desempenho no trimestre, ao passo que os desequilíbrios da economia portuguesa continuam a influenciar o seu desempenho.

O segmento de tintas decorativas cresceu 8,6%, suportado no forte aumento em Espanha (+12%) e mercado angolano (+49%), adiantou a empresa no seu comunicado, sublinhando que esse segmento cresceu 3,4% em Portugal, «o que reflecte a atonia da actividade económica no país e, em particular, do sector de construção civil».

A CIN realça também o facto de as bolsas internacionais terem vivivo um primeiro trimestre bastante positivo, sustentado na perspectiva de crescimento mais sólido na Europa, nos movimentos de concentração em vários sectores de actividade, com significado quer na Europa quer nos EUA, e no anúncio de bons resultados empresarias.

«A euforia chegou também à bolsa portuguesa, tendo as operações de aquisição funcionado como rastilho para que o índice PSI-20 crescesse no trimestre mais do que em todo o ano», mas «o título CIN não evoluiu em linha com este quadro», diz o comunicado.

Quanto às perspectivas, a empresa considera que, «apesar de se indiciar alguma tendência de retoma de actividade, o ano de 2006 será ainda um ano difícil, pelo que a ‘performance’ da companhia continuará alicerçada na optimização das suas actividades e posicionamento estratégico superior perante a concorrência».

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