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Consolidação ibéria limitada para a Galp devido ao acordo accionista

A Europa está a assistir a movimentações com objectivos de fusão no sector da energia, mas para Murteira Nabo será difícil a Galp Energia integrar um processo destes já que os actuais accionistas da petrolífera estão proibidos de saírem ou reforçarem posições.

Negócios negocios@negocios.pt 12 de Agosto de 2008 às 08:00
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A Europa está a assistir a movimentações com objectivos de fusão no sector da energia, mas para Murteira Nabo será difícil a Galp Energia integrar um processo destes já que os actuais accionistas da petrolífera estão proibidos de saírem ou reforçarem posições.

O “chairman” da Galp, em entrevista ao “Diário Económico”, falou sobre as movimentações entre accionistas referindo que o acordo parassocial da petrolífera impede alterações de fundo na empresa.

“Enquanto existir o actual acordo parassocial, não é de esperar que haja mudanças na Galp para integrar as movimentações em Espanha”, afirmou o responsável. Ou seja, “embora nenhuma energética ibérica vá ficar imune às consequências das alterações no mercado espanhol, é difícil para a Galp integrar as movimentações de forma activa enquanto este acordo parassocial existir”.

Murteira Nabo considera que é preciso “esperar para saber” o que há no poço do Tupi, uma vez que a Galp só está naquele consórcio há cinco anos, o que “é muito pouco”, já que entre a concessão e a extracção de petróleo decorrem cerca de 10 anos. Ainda assim o responsável considera que, de acordo com as descobertas que têm sido feitas no Tupi, “vai ser bastante bom”.

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