Outros sites Cofina
Notícias em Destaque
Notícia

Consórcio da Carlyle exige «paralisação imediata» do processo de venda da Galp

A Luso-Oil, consórcio que perdeu o concurso para a aquisição de uma participação no capital da Galp Energia - vencido pela Petrocer – exigiu à Parpública «a paralisação imediata» do processo de venda de capital da empresa petrolífera, por considerar que

Nuno Carregueiro nc@negocios.pt 22 de Julho de 2004 às 13:10
  • Assine já 1€/1 mês
  • ...

A Luso-Oil, consórcio que perdeu o concurso para a aquisição de uma participação no capital da Galp Energia - vencido pela Petrocer – exigiu à Parpública «a paralisação imediata» do processo de venda de capital da empresa petrolífera, por considerar que «o Comité de Sábios não leu nem estudou» a sua proposta.

Num comunicado a Luso-Oil - consórcio que integrava também o Banco Espírito Santo, Ilídio Pinho, Grupo Amorim - diz que enviou uma carta à Parpública, a empresa estatal que liderou a venda de capital da Galp, com conhecimento também para os novos ministros Álvaro Barreto e Bagão Félix, onde reage ao relatório do Comité de Sábios.

A Luso-Oil afirma que «o relatório contém um apreciável número de erros na descrição da proposta da Luso-Oil. Não se trata de erros baseados em diferenças de opinião ou de critérios, mas de erros de facto que desfiguram de forma substancial a base da nossa proposta».

A mesma fonte acrescenta mesmo que «o Comité de Sábios não leu nem estudou a proposta do Consórcio Luso-Oil» e «o relatório contém graves erros que afectam de forma substancial a nossa proposta, invalidando em consequência os critérios de justiça e de equidade que, estamos certos, o Comité de Sábios teria presentes».

Com base nestas justificações, a empresa solicitou à Parpública «a paralisação imediata do processo de adjudicação de uma percentagem do capital da Galp», bem como «que seja permitido ao Consórcio identificar os erros acima referidos e dar conta, na sua totalidade, da proposta apresentada perante o órgão que irá decidir a adjudicação».

A Luso-Oil visa ainda «que seja permitido tornar pública a proposta apresentada, o que o Consórcio levará a efeito se, nos oito dias seguintes ao envio desta carta, não for alertado para eventuais inconvenientes».

Depois de ter classificado as propostas da Petrocer e do Grupo Mello ex-aequo, a empresa participada pelos accionistas da cervejeira Unicer acabaram por vencer a corrida à Galp.

Quando ainda era ministro da Economia, Carlos Tavares disse que o processo de venda da Galp já não ia voltar atrás, mas ainda não são conhecidas as posições dos novos ministros que tutelam a empresa.

Clique aqui e faça o download do Dossier dos Sábios

Outras Notícias