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Corticeira Amorim dispara 4,17% para níveis de Dezembro de 2000

A Corticeira Amorim negociava em subida de 4,17%, para máximos de mais de três anos. O Barclays recomendou «acumular» as acções da empresa de cortiça, perante o potencial de valorização face ao preço alvo de 1,50 euros. O banco britânico alerta para a «ba

Pedro Carvalho pc@mediafin.pt 25 de Fevereiro de 2004 às 14:59
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A Corticeira Amorim negociava em subida de 4,17%, para máximos de mais de três anos. O Barclays recomendou «acumular» as acções da empresa de cortiça, perante o potencial de valorização face ao preço alvo de 1,50 euros. O banco britânico alerta para a «baixa liquidez e elevada concentração das acções no Grupo Amorim».

As acções da Corticeira Amorim [COR] subiam um máximo de 4,17% para 1,24 euros, o valor mais elevado desde Dezembro de 2000. Desde o início do ano, período que coincide com a entrada da empresa para o PSI-20, as acções da empresa liderada por António Amorim, amealharam um ganho de 7,83%.

Num estudo publicado no início desta semana, os analistas do Barclays sugeriram uma recomendação de «acumular» para os títulos da empresa de cortiça, sugerindo um preço alvo de 1,50 euros, o que representa um potencial de valorização implícito de 25% face à cotação de fecho de ontem.

Desde o mínimo de Dezembro de 2003 (0,89 euros) e o máximo de Janeiro (1,25 euros), as acções já acumularam um ganho de 40%.

Apesar da recomendação de compra, os analistas do Barclays alertam para a «fraca» liquidez do título e para a «elevada» concentração das acções no Grupo Amorim (quase 70%), factores que constituem «sempre uma resistência à entrada de investidores em maior escala no título».

Os valores da Corticeira negociavam em subida de 3,3% para 1,24 euros, com 133 mil acções movimentadas. A empresa, nos últimos 12 meses, apresenta uma média de negociação diária de 105 mil acções.

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