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Crédit Suisse descarta fusão depois de co-presidente executivo ter deixado cargo

O Crédit Suisse disse que a reorganização não inclui planos de fusão «neste momento», depois de ontem o co-presidente executivo ter acordado não renovar o contrato com o banco suíço.

Ana Filipa Rego arego@negocios.pt 25 de Junho de 2004 às 11:01
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O Crédit Suisse disse que a reorganização não inclui planos de fusão «neste momento», depois de ontem o co-presidente executivo ter acordado não renovar o contrato com o banco suíço.

Os investidores, nomeadamente David Cooley, que ajuda a gerir 450 milhões de dólares (369,91 milhões de euros) de acções internacionais no National City, disseram que o banco, com base em Zurique, não vai esperar muito tempo para encontrar um parceiro depois de ter registado prejuízos anuais em dois dos passados três anos, avançou a Bloomberg.

Os bancos europeus estão a considerar fusões para concorrerem com rivais como o Citigroup e a J.P. Morgan Chase & Co. O Citigroup ganhou 17,8 mil milhões de dólares (14,63 mil milhões de euros) no ano passado, ultrapassando os 671 milhões de dólares (551,58 milhões de euros) do CRédit Suisse. Para além disso, o seu valor de mercado é seis vezes mais elevado do que o do Crédit Suisse.

John Mack «acordou com o conselho de directores não renovar o seu contrato», revelou ontem o Crédit Suisse em comunicado. Brady Dougan vai substituir Mack, disse o banco, que tem mais um co-presidente executivo, Oswald Gruebel, que fica sozinho até chegar o substituto de John Mack.

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