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Crédito Agrícola quer duplicar rede de agências em Lisboa e Porto

O grupo Crédito Agrícola (CA) vai concretizar ainda no primeiro semestre do ano a venda da CA Dealer ao Intermoney, avançou hoje João Costa Pinto, presidente da Caixa Central de Crédito Agrícola Mútuo, na apresentação dos resultados de 2006, onde anunciou

Maria João Babo mbabo@negocios.pt 08 de Março de 2007 às 13:00
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O grupo Crédito Agrícola (CA) vai concretizar ainda no primeiro semestre do ano a venda da CA Dealer ao Intermoney, avançou hoje João Costa Pinto, presidente da Caixa Central de Crédito Agrícola Mútuo, na apresentação dos resultados de 2006, onde anunciou ainda a intenção de duplicar este ano a rede de balcões da Caixa Central em Lisboa e Porto.

Relativamente á CA Dealer, João Costa Pinto afirmou que "o processo está a atingir a fase final" e vai "seguramente concretizar-se este semestre". A intenção do grupo é ceder 100% do capital da corretora, que continuará, no entanto, a prestar esse serviço através dos balcões do grupo.

A decisão de alienar a empresa de corretagem do grupo tem em conta, segundo João Costa Pinto, as dificuldades criadas às corretoras de pequena dimensão pela adesão da bolsa portuguesa à Euronext. Não sendo esta uma actividade "core" do grupo, o CA concluiu que havia vantagem em ceder a CA Dealer.

A corretora registou em 2006 resultados positivos de 500 mil euros.

O grupo CA apresentou resultados líquidos recorde de 105,7 milhões de euros em 2006, mais 11% do que no ano anterior. A actividade bancária contribuiu com 95,6 milhões de euros para estes resultados, sendo o restante proveniente da actividade seguradora.

A margem financeira da actividade bancária do CA atingiu 338 milhões de euros no ano passado, mais 8,2% do que em 2005. O produto bancário do grupo aumentou 9,6% para 432,6 milhões de euros.

Na actividade seguradora, as empresas do ramo vida e não vida registaram crescimentos acima da taxa média de evolução do sector, de 24% e 13,6% respectivamente.

João Costa Pinto sublinhou que o CA tem uma quota de mercado grande no País, excepto em Lisboa e Porto. Por isso o grupo pretende "penetrar de forma mais acentuada" nas duas principais cidades portuguesas, tencionando "durante 2007 duplicar a rede de balcões da Caixa Central", para os 10 balcões.      

O grupo detém actualmente uma rede de 633 balcões e 104 caixas associadas. Neste momento estão oito caixas em processo de fusão.

O presidente do grupo frisou ainda que o CA tem neste momento a quarta maior rede de balcões, é o sexto do "ranking" em número de clientes e o sexto em resultados líquidos.

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