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Crescer, investir, remunerar, inovar

Crescimento e investimento. Convergência. Inovação. Responsabilidade social. São palavras que Zeinal Bava não deve esquecer quando, nos próximos tempos, apresentar o plano estratégico para o mandato que hoje inicia.

Alexandra Machado amachado@negocios.pt 27 de Março de 2009 às 00:01
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Crescimento e investimento. Convergência. Inovação. Responsabilidade social. São palavras que Zeinal Bava não deve esquecer quando, nos próximos tempos, apresentar o plano estratégico para o mandato que hoje inicia.

Serão três anos como presidente executivo, onde terá pela frente vários desafios, depois de no anterior mandato a PT ter ficado "refém" da OPA lançada pela Sonaecom em 2006.

Agora, será como começar de novo. Robustecer o balanço - ainda que Zeinal Bava não o considere enfraquecido -, reforçando a estrutura de capitais próprios e diminuindo a dívida, terá de ser uma preocupação da nova equipa - que na realidade mantém muitos dos elementos da anterior administração.

Preocupação que vira obrigação quando a operadora tiver de avançar no Brasil com a compra da parcela da Telefónica na Vivo ou com a disputa pela TIM. Zeinal Bava também tem preferido, publicamente, afirmar que a parceria com a Telefónica corre bem e é essencial para a Vivo, mas a PT não perderá a oportunidade de ficar sozinha numa operação móvel no maior mercado da empresa, que quer ser cada vez mais internacional. As operações fora de Portugal já contribuem com metade das receitas.

África é outra região onde Zeinal Bava quer reforçar e, no primeiro ano como presidente executivo, foi a quase todos os países africanos onde a PT tem operações. Ficou a faltar S. Tomé e Príncipe.

No mercado interno, a aposta passa pela convergência fixo-móvel, que se consubstanciou na criação da PT Portugal (que reúne as duas áreas) e que é hoje a mais importante empresa do grupo.

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