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Crise e Espanha atrasam prazos de pagamento em 30 dias

O efeito foi directo e substantivo. A crise mundial teve um reflexo imediato nas empresas transformadoras aquando do momento da cobrança. O Negócios foi ouvir agentes dos sectores do calçado, têxtil, construção, tecnologia e automóvel e as análises têm muitos pontos em comum. Os prazos de pagamento, entre meados de 2008 e 2009, aumentaram em média um mês.

João Carlos Malta joaomalta@negocios.pt 13 de Abril de 2010 às 00:01
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O efeito foi directo e substantivo. A crise mundial teve um reflexo imediato nas empresas transformadoras aquando do momento da cobrança. O Negócios foi ouvir agentes dos sectores do calçado, têxtil, construção, tecnologia e automóvel e as análises têm muitos pontos em comum. Os prazos de pagamento, entre meados de 2008 e 2009, aumentaram em média um mês.

O primeiro trimestre de 2010 mostra que esta é uma tendência para manter e os prazos que vigoravam no período pré-crise são, para já, uma miragem. Outra conclusão é que são os clientes espanhóis - principais parceiros da economia portuguesa - os que mais contribuem para este fenómeno.

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