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CTT e Sindicatos chegam a acordo após mais de 10 meses de negociações

Os CTT chegaram hoje a acordo com cinco sindicatos relativamente ao novo texto de Acordo de Empresa (AE), anunciaram os CTT em comunicado, acrescentando que este acordo é o "documento que rege as relações entre a empresa e os seus trabalhadores".

Raquel Godinho rgodinho@negocios.pt 10 de Março de 2008 às 16:16
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Os CTT chegaram hoje a acordo com cinco sindicatos relativamente ao novo texto de Acordo de Empresa (AE), anunciaram os CTT em comunicado, acrescentando que este acordo é o "documento que rege as relações entre a empresa e os seus trabalhadores".

A mesma fonte acrescenta que prevê que o número de sindicatos a assinar este acordo deverá, brevemente, chega a nove, sendo já signatários SINDETELCO, CGSI, SPEUE, SNE e SERS. Durante esta semana, deverão assinar, também, os sindicatos SICOMP, FENTCOP, SNAQ e USI.

Deste modo, são já nove, de um total de 13, os sindicatos aderentes ao Acordo de Empresa dos CTT que, após a assinatura, será publicado e entrará em vigor cinco dias depois.

O referido acordo chega após um processo negocial que se desenvolveu por mais de dez meses."Ganhou, portanto, o diálogo", referem os CTT.

Em conjunto com o acordo, está um aumento salarial de 2,8%.

De acordo com o comunicado, os pontos-chave do novo AE dos CTT são a passagem de 40 para sete carreiras, tornando o sistema mais equilibrado, garantindo que nenhum trabalhador regride na carreira, progride mais depressa quem tem melhor desempenho, numa evolução feita em 6, 5 ou 4 anos, a carga horária é a mesma e continua nas 39 horas semanais, adaptando-se à sazonalidade do tráfego, as distâncias consideradas no anterior AE, de 20 Km e de 100 Km.

Para além disso são alteradas nas curtas deslocações para 30 Km, quem entrar para os quadros da empresa passa a usufruir de uma diuturnidade em cada cinco anos de antiguidade até ao limite de seis, o número de dirigentes sindicais com dispensa total passa de mais de 100 para 55, e o Sistema de Saúde dos Correios (IOS) mantém-se para os actuais trabalhadores, antes e depois da reforma.

"Os CTT consideram que este é um bom acordo para todos, que respeita o trabalho e o premeia. O novo AE prepara a empresa para enfrentar os desafios do mercado e, ao mesmo tempo, garante os CTT como um bom local para trabalhar", conclui o comunicado da empresa liderada por Luís Nazaré.

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