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CTT vão reduzir número de carros

Os CTT querem reduzir o número de automóveis utilizados pela empresa.

Alexandra Machado amachado@negocios.pt 15 de Março de 2011 às 16:49
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Os Correios de Portugal, que têm a maior frota de carros do País, na maior parte em regime de aluguer de longa duração, têm um programa para reduzir cerca de 124 automóveis, que são utilizados para fins pessoais e uso geral.

De acordo com Pedro Coelho, presidente dos CTT, os veículos para uso pessoal atribuídos aos trabalhadores dos CTT vão ser reduzidos em cerca de 20%. Já os veículos de uso geral, serão também reduzidos entre 15 e 20%, o que dá cerca de 100 automóveis.

No total destas duas utilizações, os CTT têm programada a redução de cerca de 124 veículos, com uma poupança estimada de 1,2 milhões de euros.

Por outro lado, no resto da frota, os CTT admitem que pode haver veículos que serão substittuídos, uma vez que se trata, diz Pedro Coelho, de assegurar resposta às necessidades e condições de segurança.

Pedro Coelho voltou a refere, num encontro com jornalistas, que os CTT entregaram no Ministério das Finanças um projecto de redução de custos de 8%, tal como o Negócios avançou. Para o presidente dos CTT não se trata de a tutela aprovar ou não. os CTT estão a seguir o plano que conseguem. Pedro Coelho volta a lembrar que 470 milhões de euros dos seus custos estão relacionados com o serviço universal, o que significa que 76% dos seus custos operacionais. Por isso, Pedro Coelho diz que há muitos custos que não podem ser cortados sem revisão das obrigações do serviço universal.

Quanto à nova declaração do Ministério das Finanças de que o sector empresarial do Estado teria de cortar mais do que o imposto de 15%, Pedro Coelho garantiu não ter mais instruções.

Pedro Coelho, tal como já tinha dito ao Negócios, revelou a dificuldade de cortar os 20% das chefias rapidamente, uma vez que as cerca de 850 estações de Correios têm um chefe de estação. Só com a transferência destas unidades para postos de correios (não pertencentes aos CTT) é que consegue reduzir chefias.

Na recente entrevista que Pedro Coelho deu ao Negócios (ver ficheiros ao lado) explicou as dificuldades de cortar os custos e as prioridades que os CTT deveriam continuar a ter.
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