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Defesa do Consumidor de Angola manda suspender venda de lote de água do Luso

O Instituto Nacional de Defesa do Consumidor de Angola recomendou a suspensão imediata da venda de um lote da "Água mineral Luso", por se considerar imprópria para o consumo humano, após análises laboratoriais. A empresa já garantiu que o lote não chegou a ser comercializado.

Maria João Babo mbabo@negocios.pt 02 de Setembro de 2009 às 08:55
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O Instituto Nacional de Defesa do Consumidor de Angola recomendou a suspensão imediata da venda de um lote da "Água mineral Luso", por se considerar imprópria para o consumo humano, após análises laboratoriais. A empresa já garantiu que o lote não chegou a ser comercializado.

Num comunicado de esclarecimento, citado pela agência de notícias angolana Angop, a empresa reconhece terem "existido dúvidas sobre as propriedades integrais do lote em questão do seu produto e nunca, repete-se nunca, sobre a Água do Luso comercializada em Angola ou onde quer que seja".

Segundo indica a Sociedade de Água do Luso, "o lote em causa está devidamente identificado e selado em local próprio e não chegou a ser comercializado em qualquer mercado, nomeadamente, nem no angolano".

A empresa, na mesma nota, refere que "o lote em causa, como é normal nestas situações, está a ser alvo de contra análises", acrescentando que "foram informados todos os postos de venda de Água do Luso para estarem especialmente atentos à forma como são armazenados os produtos para garantir a melhor qualidade dos mesmos, como foi, é e sempre será timbre desta empresa". "A saúde dos cidadãos, não importa o país em que ela esteja em causa, é demasiado séria para ser tratada com ligeireza e imprecisão", diz a nota de esclarecimento citada pela Angop.

A empresa confirma que "o Inadec (Instituto Nacional de Defesa do Consumidor), instituição angolana acima de qualquer suspeita, emitiu uma nota, no exercício das suas superiores competências que são, entre outras, as de zelar pela estrita qualidade dos produtos colocados ao dispor dos consumidores angolanos, na qual recomenda que um específico lote desta água não seja comercializado por se suspeitar não estar próprio para consumo humano".

Sublinha ainda que "a Sociedade Água do Luso está, desde o primeiro momento, a colaborar com as autoridades angolanas, incluindo o INADEC, para um completo esclarecimento da situação em apreço", conclui o comunicado, reiterando que todos os seus produtos, que são exportados para mais de 40 países, são periodicamente analisados e testados.

O Inadec recomendou ontem, numa nota enviada à Angop, a "retirada imediata" do mercado e a suspensão da comercialização de um lote da Água mineral Luso, que, depois de submetido a uma análise do controlo de qualidade, "foi considerado impróprio para o consumo humano".

De acordo com a Angop, aos consumidores, o "Inadec reitera a maior prudência e cautela, para a não utilização e consumo deste produto em circulação no mercado, e adverte os operadores económicos que tenham à venda o produto que o retirem de imediato e suspendam, voluntariamente, a sua comercialização".
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