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Delta Q prevê aumentar facturação em Portugal para 52 milhões  

A Delta Q deverá facturar 52 milhões de euros em Portugal este ano, depois de em 2015 ter registado uma facturação de 47,5 milhões de euros, disse esta quarta-feira Rui Miguel Nabeiro, administrador do grupo Nabeiro - Delta Cafés.

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Lusa 08 de Junho de 2016 às 14:11
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Rui Miguel Nabeiro falava aos jornalistas à margem do lançamento da nova máquina para o sector empresarial Mayor Q, que é "a primeira máquina para o canal HoReCa [Hotéis, Restaurantes e Cafés] produzida em Portugal", que decorreu esta quarta-feira, 8 de Junho, em Lisboa.

 

Questionado sobre a facturação da Delta Q, Rui Miguel Nabeiro disse que para este ano estima "52 milhões de euros no mercado português", ou seja, mais 9% do que em 2015, altura em que a empresa facturou 47,5 milhões de euros.

 

O grupo Nabeiro obteve uma facturação de 340 milhões de euros no ano passado.

 

Relativamente ao investimento no desenvolvimento e produção e tudo o que envolve a nova máquina Mayor Q, o presidente e fundador do grupo, Rui Nabeiro disse que "rondará os seis milhões de euros". "A nossa ambição é fazer mais e se tivermos de investir o dobro ou triplo estamos preparados para isso", acrescentou o fundador do grupo Nabeiro.

 

Rui Miguel Nabeiro disse esperar "colocar aproximadamente 500 máquinas até final do ano" no sector empresarial.

 

Até final de 2016, o administrador disse esperar atingir os 3.700 clientes no canal HoReCa e 40 milhões de cápsulas consumidas.

 

O responsável salientou que o mercado externo representa cerca de 30% do negócio da Delta Q, sendo que o "mercado português está a responder bem". "Continuamos a crescer em todos os segmentos", disse.

O administrador recordou que em Janeiro o grupo avançou para o Dubai, mercado "que está a correr consideravelmente bem".

 

Relativamente a Angola, o administrador do grupo Nabeiro - Delta Cafés João Nabeiro reconheceu que a situação não é fácil, mas espera que aquele mercado venha a melhorar e que a actual crise seja "uma situação passageira". "Temos confiança" no mercado angolano, acrescentou.

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