Banca & Finanças Despedimentos no Novo Banco geraram três acções judiciais

Despedimentos no Novo Banco geraram três acções judiciais

Dos 1.034 trabalhadores que saíram do Novo Banco nos últimos meses, apenas 49 foram alvo de despedimento colectivo. António Ramalho garantiu no Parlamento que este processo levou a "apenas três acções judiciais".
Despedimentos no Novo Banco geraram três acções judiciais
Miguel Baltazar
Maria João Gago 19 de outubro de 2016 às 11:05

O processo de despedimento colectivo no Novo Banco, que abrangeu 49 trabalhadores, deu origem a "apenas três acções judiciais", garantiu António Ramalho, na comissão parlamentar de Trabalho.

 

O banqueiro sublinhou ainda que muitos dos quadros que foram despedidos estavam já em casa, por dispensa do exercício de funções, recebendo um salário médio de 7.000 euros.

 

O despedimento colectivo no Novo Banco, que se chegou a admitir que pudesse atingir 500 trabalhadores, acabou por afectar apenas 49 quadros, de um total de 1.034 pessoas que saíram da instituição nos últimos meses.

 

A maior parte das saídas (412) foram asseguradas por rescisões por mútuo acordo. As reformas antecipadas asseguraram a redução de 376 pessoas. Houve 121 demissões e 76 transferências, revelou António Ramalho. 




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