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Dívidas incobráveis em Portugal subiram 14% para 5 mil milhões de euros (act.)

O último relatório do Índice de Pagamentos Europeus revela que as empresas e os consumidores voltaram a agravar o atraso nos seus pagamentos. Já o Estado reduziu os prazos, mas é o que continua a saldar as dívidas mais tarde.

Negócios negocios@negocios.pt 24 de Maio de 2011 às 14:39
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Portugal volta nesta edição do “Intrum Justitia” a surgir na penúltima posição, imediatamente antes da Grécia, no índice de risco de pagamentos, com um atraso médio de 41 dias no caso das empresas e de 34 no dos particulares.

Já o Estado reduziu ligeiramente os seus prazos de pagamento nestes primeiros meses de 2011, mas continua a ser quem mais tarda a saldar as suas dívidas: 82 dias, menos dois do que no ano passado.

O relatório revela ainda um forte crescimento, de 14%, das dívidas incobráveis que ascenderão actualmente a mais de cinco mil milhões de euros, o que corresponde a 3,2% do total do volume de negócios das empresas portuguesas.

Em Portugal, segundo este estudo, 64% dos inquiridos acredita que os riscos de pagamento vão aumentar nos próximos 12 meses, enquanto 9% acredita que irá diminuir.

Em relação às empresas , 67% (63% em 2010) prevêem perdas de rendimentos devido a atrasos de pagamentos ou incobráveis e 78% (73% em 2010) receiam pela liquidez das suas empresas. Destas empresas, 63% afirmam que os pagamentos em atraso estão a impedir o crescimento de toda a sua estrutura.


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