Turismo & Lazer Diogo Gaspar Ferreira e sócios deixam Vale do Lobo
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Diogo Gaspar Ferreira e sócios deixam Vale do Lobo

A CGD, com 25% do capital do empreendimento turístico, e os accionistas privados, entre os quais Gaspar Ferreira e Helder Bataglia, deixam de mandar em Vale do Lobo. O fundo de reestruturação gerido pela ECS é o novo dono e gestor.
Diogo Gaspar Ferreira e sócios deixam Vale do Lobo
Correio da Manhã
Diogo Cavaleiro 28 de fevereiro de 2018 às 22:30

A gestão e a estrutura accionista do empreendimento Vale do Lobo mudaram. A saída da actual equipa, encabeçada por Diogo Gaspar Ferreira, ocorre na sequência de um acordo através da qual o fundo de lazer, imobiliá

)

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mais votado Necessário que a “Mulher de César” pareça honesta 01.03.2018

Eu não duvido que a “Mulher de César”, no caso, a Caixa Geral de Depósitos,
seja hoje escrupulosamente honesta.
Agora o que gostaria é que também tivesse sempre a preocupação de o parecer,
veiculando para conhecimento da Opinião Pública
informação detalhada que não deixasse margem para dúvidas.
Neste caso, o que eu gostaria de compreender é:
Como é que é possível, com os preços do imobiliário a explodirem por todo o País
e muito principalmente no Algarve,
com os investidores estrangeiros a revelarem especial apetência
pelo investimento imobiliário no nosso País;
é transacionado um empreendimento com um desconto de um terço,
e ainda por cima em relação a um valor
provavelmente datando de há vários anos ?

comentários mais recentes
A Caixa batida pelo banco de “nuestros hermanos” 01.03.2018

Para mim a Caixa dos meus trisavós, bisavós, avós e pais,
continua a ser a marca bancária de maior confiança
(ou de menor desconfiança, se quiserem).
Mas para o inquérito de opinião levado a cabo
pelas Selecções do Reader´s Digest junto de 12.000 leitores,
para eleger a "Marca de maior confiança em Portugal",
não é a velha Caixa, o banco público dos Portugueses,
que vem em 1º lugar !
A Honra cabe a outro banco,
outrora com maioria portuguesa de acionistas,
mas hoje sob domínio Espanhol.
Felicitações aos que nele trabalham, Espanhóis ou Portugueses)
(cuja competência e profissionalismo sempre admirei)
e Desafio ao pessoal da Caixa para que,
a bem dos seus accionistas (os cidadãos-contribuintes portugueses)
e a bem dos seus clientes (mais de 60% da população portuguesa),
não deixem ficar os seus "créditos por mãos alheias",
e enfrentem de pé, com dinamismo e criatividade, a concorrência,
de forma a conquistarem o que o banco agora de “nuestros hermanos”
este ano conquistou.

Necessário que a “Mulher de César” pareça honesta 01.03.2018

Eu não duvido que a “Mulher de César”, no caso, a Caixa Geral de Depósitos,
seja hoje escrupulosamente honesta.
Agora o que gostaria é que também tivesse sempre a preocupação de o parecer,
veiculando para conhecimento da Opinião Pública
informação detalhada que não deixasse margem para dúvidas.
Neste caso, o que eu gostaria de compreender é:
Como é que é possível, com os preços do imobiliário a explodirem por todo o País
e muito principalmente no Algarve,
com os investidores estrangeiros a revelarem especial apetência
pelo investimento imobiliário no nosso País;
é transacionado um empreendimento com um desconto de um terço,
e ainda por cima em relação a um valor
provavelmente datando de há vários anos ?

CaTu 01.03.2018

A CGD até pode oferecer as participações nos negócios que fez com encartados vigaristas que os clientes pagaram as comissões necessárias para o Macedo fazer boa figura ...

Tudo Gente fina... 28.02.2018

"Com a venda dos créditos, a Caixa Geral de Depósitos recebeu em troca unidades de participação do fundo, numa operação avaliada em 222,9 milhões de euros (um desconto de pelo menos um terço face à exposição contabilizada no balanço da instituição)."

O citado fundo pertence à ECS, fundada em 2006 por António de Sousa, que entre 2000 e 2004 foi presidente da Caixa Geral de Depósitos, depois de ter sido, de 1994 a 2000, governador do Banco de Portugal.O referido foi Secretário de Estado da Indústria num Governo do PSD.

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