Empresas E que tal alugar uma secretária com acesso à Internet por 100 euros mensais?

E que tal alugar uma secretária com acesso à Internet por 100 euros mensais?

Lá está a cozinha, as estantes com garrafas de vodka, o sofá branco, a pequena mesa de pingue-pongue. Parece uma casa. É, de facto, uma casa. De trabalho. Chama-se Liberdade 229, a fazer jus à morada na Avenida lisboeta, onde vive uma espécie de família alargada com 20 pessoas, distribuídas por sete empresas.
Lúcia Crespo 11 de novembro de 2009 às 00:01
Lá está a cozinha, as estantes com garrafas de vodka, o sofá branco, a pequena mesa de pingue-pongue. Parece uma casa. É, de facto, uma casa. De trabalho. Chama-se Liberdade 229, a fazer jus à morada na Avenida lisboeta, onde vive uma espécie de família alargada com 20 pessoas, distribuídas por sete empresas.

Assumem-se como "coworkers" dos puros, aqueles que, sendo mentores dos seus próprios projectos, em empresas diferentes, trabalham num espaço colectivo para partilhar conhecimentos e experiência, alimentar potenciais parcerias e, não menos importante, ter companhia para almoços, festas e desabafos.


Alexandre Solleiro e Sérgio Veiga fazem as honras da casa. Sala por sala, apresentam os seus habitantes e respectivas empresas: Quodis, Fundação Talento, AF83 Portugal, Win Productions. Este espaço, onde não falta uma zona de "chill out", é apontado como a primeira casa de "coworking" comunitário em Portugal.

Em geral, estas "home offices" reúnem "startups", micro-empresários e "freelancers" que, em vez de trabalharem em casa, preferem as vantagens de um espaço colectivo.



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