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Economistas indisponíveis para assessorar tribunal no julgamento de Jardim Gonçalves

O tribunal requereu à Ordem dos Economistas um técnico para assessorar o colectivo de juízes no julgamento de Jardim Gonçalves. Mas não encontrou economistas disponíveis.

Maria João Gago mjgago@negocios.pt 26 de Setembro de 2012 às 12:29
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A Ordem dos Economias não conseguiu nomear um técnico para assessorar o tribunal no julgamento do ex-presidente do BCP, Jardim Gonçalves, e dos ex-gestores Filipe Pinhal, Christopher de Beck e António Rodrigues, que se iniciou esta quarta-feira, 26 de Setembro em Lisboa.

A juíza Anabela Morais informou os advogados de defesa que requereu à Ordem dos Economistas para nomear um técnico para assessorar o tribunal, mas que tinha recebido desta entidade a informação que não havia economistas disponíveis.

Entre os advogados de defesa comentou-se que a razão da indisponibilidade pode estar relacionada com os honorários pagos nestas assessorias.

O julgamento, que se iniciou esta quarta-feira, está na fase da exposição inicial dos advogados de defesa que defendem que as operações feitas com "off shores" descobertas foram para recuperar crédito e não para ocultar perdas. Jardim Gonçalves e os seus colegas na administração do BCP estão a ser julgados por alegados crimes de manipulação de mercado e falsificação de documentos.
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