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EDP acorda empréstimo de 1,35 mil milhões para substituir dívida da Hidrocantábrico

A Energias de Portugal (EDP) formalizou ontem um contrato de empréstimo no valor de 1,35 mil milhões de euros, por dois anos, de forma a substituir a dívida bancária da Hidrocantábrico. A operação vai reduzir os encargos financeiros do grupo EDP em seis m

Isabel Aveiro ia@negocios.pt 17 de Dezembro de 2004 às 18:11
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A Energias de Portugal (EDP) formalizou ontem um contrato de empréstimo no valor de 1,35 mil milhões de euros, por dois anos, de forma a substituir a dívida bancária da Hidrocantábrico. A operação vai reduzir os encargos financeiros do grupo EDP em seis milhões, anunciou a eléctrica portuguesa.

Em comunicado, a administração da EDP adianta que «assinou ontem um contrato de empréstimo no montante

de1,350 mil milhões, pelo prazo de dois anos».

A operação «destina-se a dotar o Grupo EDP dos fundos necessários para proceder à substituição da dívida bancária de médio e longo prazo da sua subsidiária Hidroeléctrica del Cantábrico, S.A. (Hidrocantábrico) por empréstimos intra-grupo», no seguimento da conclusão do reforço accionista da EDP naquela empresa.

A contratação do financiamento agora anunciado representa «o primeiro passo na concretização das sinergias identificadas aquando da decisão de reforçar a posição accionista da EDP na Hidrocantábrico», adianta a mesma comunicação, e «permite uma redução dos encargos financeiros do Grupo EDP em cerca de seis milhões por ano».

O empréstimo foi organizado na modalidade de «club deal» e integra os bancos ABN AMRO Bank, Banco Bilbao Vizcaya Argentaria, Barclays Capital, BNP Paribas, Caixa D’Estalvis I Pensions De Barcelona, Caja Madrid, Citigroup Global Markets Limited, Deutsche Bank, Morgan, Sumitomo Mitsui Banking Corporation Europe Limited, The Bank of Tokyo-Mitsubishi, e The Royal Bank of Scotland plc como «mandated lead arrangers», avança a mesma fonte.

A administração da EDP [edp] sublinha ainda que a reestruturação da dívida «vem ao encontro da política financeira do Grupo EDP para as subsidiárias do ‘core business’ que prevê a «contratação dos financiamentos externos ao nível da holding» e permite «uma redução significativa dos custos financeiros consolidados dado que o diferencial do ‘spread’ associado aos diferentes ‘ratings’ da EDP e da Hidrocantábrico é capturado dentro do Grupo», acrescenta.

As acções da EDP fecharam a cair 1,33%, para 2,23 euros.

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