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EDP admite reforço na HidroCantábrico em 2007

A Electricidade de Portugal (EDP) admite reforçar no capital da HidroCantábrico em 2007, ainda que se considere satisfeita com os seus parceiros na eléctrica espanhola.

Bárbara Leite 31 de Outubro de 2003 às 16:28
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A Electricidade de Portugal (EDP) admite reforçar no capital da HidroCantábrico em 2007, ainda que se considere satisfeita com os seus parceiros na eléctrica espanhola.

Na reunião com analistas para apresentação dos resultados do terceiro trimestre, a eléctrica nacional colocou a hipótese de aumentar a sua actual posição de 40% na HidroCantábrico, em 2007, caso algum dos parceiros queira alienar a sua participação, disseram analistas ao Canal de Negócios.

O Governo espanhol, que limitava os direitos de voto da eléctrica portuguesa na sua participada espanhola a 3%, disponibilizou-se a levantar esses limites de voto sob a concretização de certas condições.

Caso os direitos de voto da EDP sejam restituídos, o eventual reforço da eléctrica portuguesa no capital da Hidrocantábrico poderia estar mais perto de concretizar-se.

A EDP, com esta declaração aos analistas, admite efectuar o que o seu presidente executivo defendeu quando elaborou o relatório sobre o sector.

De acordo com a opinião de João Talone, presidente executivo da EDP, emitida em Março último, quando na altura era conselheiro independente do Governo português para o sector, «é prioritário que a EDP deva visar o controlo a 100% da Hidrocantábrico».

A EDP é parceira, na HidroCantábrico, da ENBW que detém 35% e da Cajastur, que controla 20%.

Na mesma reunião, a eléctrica nacional admitiu ainda a entrada da Eni na futura empresa que vai controlar os activos de gás da Galp, aguardando que na próxima reunião de accionistas da empresa –a 28 de Novembro -, este negócio seja definido.

As acções da EDP cotavam inalteradas nos 1,96 euros.

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