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EDP lança projecto-piloto de apoio a refugiados no Quénia

O presidente da EDP, António Mexia, apresentou em Nova Iorque, na quinta conferência Clinton Global Initiative, um projecto-piloto para levar energia, através de fontes renováveis, a um campo de refugiados no Quénia.

Miguel Prado miguelprado@negocios.pt 24 de Setembro de 2009 às 21:31
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O presidente da EDP, António Mexia, apresentou em Nova Iorque, na quinta conferência Clinton Global Initiative, um projecto-piloto para levar energia, através de fontes renováveis, a um campo de refugiados no Quénia.

A iniciativa da EDP é uma parceria com o Alto Comissário das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), que é liderado por António Guterres. O projecto-piloto será aplicado no campo de Kakuma, com mais de 50 mil refugiados, através da instalação de painéis solares fotovoltaicos, aerogeradores, bombas de água, fornos solares, purificadores de água e lâmpadas eficientes.

“O projecto-piloto visa criar uma abordagem padrão de soluções de energia renovável que possa vir a ser replicada em outros campos de refugiados e ainda em comunidades remotas carenciadas”, explica a EDP em comunicado.

Segundo a eléctrica nacional, o projecto também irá fomentar o empreendedorismo social. A manutenção de equipamentos, por exemplo, deverá ser feita pelos beneficiários. Nas iniciativas previstas está também a reflorestação e a plantação de produtos hortícolas e frutícolas.

A EDP explica que o projecto-piloto, que se enquadra nos Objectivos do Milénio (traçados pela Organização das Nações Unidas no ano 2000), deverá ficar concluído até Outubro de 2010. A iniciativa resulta da adesão da EDP à rede Helpin, que junta organizações portuguesas do sector privado interessadas em apoiar refugiados do continente africano.

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