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EDP mantém negociações para reforçar na Hidrocantábrico; ainda não chegou a acordo (act.)

A EDP reafirmou hoje o seu interesse em adquirir uma maior posição na Hidrocantábrico, mas as negociações ainda estão em curso, não se tendo ainda chegado a um acordo, revelou Francisco Sanchéz, presidente da EDP, ao jornalistas.

Ricardo Domingos rdomingos1@gmail.com 06 de Julho de 2001 às 16:48
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(actualiza com novas declarações de Francisco Sanchéz)

A EDP reafirmou hoje o seu interesse em adquirir uma maior posição na Hidrocantábrico, mas as negociações ainda estão em curso, não se tendo ainda chegado a um acordo, revelou Francisco Sanchéz, presidente da EDP, ao jornalistas, à margem da inauguração do parque eólico do Cabeço da Rainha.

«O assunto (reforço na Cantábrico) tem sido abordado mas não há nada fechado» sobre o assunto e acontecerá definitivamente após uma tomada de posição do Governo espanhol, disse Sanchéz.

A Electricidade de Portugal [EDP] detém 19,2% da Hidrocantábrico e mantém negociações com a Ferroatlántica, detida a 50% pela alemã EnBW, para reforçar a sua posição na eléctrica espanhola.

Os direitos de voto da EDP estão limitados a 3%, no capital da Hidrocantábrico, devido à legislação do país vizinho. O Governo deverá brevemente tomar uma posição sobre esta matéria.

O mesmo responsável avançou ao Negocios.pt que ainda não debateu a questão da Hidrocantábrico com o novo ministro da Economia, Braga da Cruz, não se mostrando preocupado com o eventual atraso que a substituição de Cristina de Sousa possa causar nas relações entre o Executivo português e o Governo espanhol.

«As relações são sempre entre Governos, não são entre pessoas. É natural que o novo ministro entre em funções, tome conhecimento dos “dossiers” e (os processos) sigam naturalmente», afirmou Sanchéz aos jornalistas, à margem da inauguração do parque eólico do Cabeço da Rainha, na zona da Sertã.

Cristina de Sousa tinha, para esta semana, agendada uma reunião com o ministro da economia espanhol, que não acontecerá devido à sua saída do Governo.

A EDP encerrou a perder 2,1% para cotar nos 2,80 euros (561 escudos).

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