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EDP nega desistência da ONI Way; não estuda reforço na Optimus

A EDP nega estar a estudar o reforço da posição da Optimus, operadora de telefonia móvel da Sonae.com e desmente a desistência do projecto ONI Way, consórcio que vai operar na rede móvel com a tecnologia UMTS.

João Mata 24 de Agosto de 2001 às 17:11
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A Electricidade de Portugal (EDP) nega estar a estudar o reforço da posição da Optimus, operadora de telefonia móvel da Sonae.com e desmente a desistência do projecto ONI Way, consórcio que vai operar na rede móvel com a tecnologia UMTS.

Em comunicado divulgado pela empresa, a eléctrica nacional desmente a notícia veiculada hoje pelo «Semanário Económico», que dava conta da intenção da EDP [EDP] em abandonar o projecto de ONI Way, que vai atrasar o lançamento das suas actividades, por um reforço da actual posição na Optimus.

A EDP detém 25,49% do capital da Optimus e ao garantir uma licença para operar na rede de telefonia móvel com a tecnologia UMTS, terá que alienar pelo menos 15,49% da sua posição, conforme determinou o Instituto de Comunicações de Portugal (ICP).

A eléctrica nacional liderada por Francisco Sánchez diz não ter, até à data, «encetado quaisquer conversações com representantes do Grupo Sonae» para compra da sua posição na operadora móvel nacional.

A EDP, como accionista maioritária da ONI Way, diz manter o compromisso que consiste no desenvolvimento de um operador integrado de soluções de comunicação.

As acções da Sonae.com [SNC] encerraram nos 1,79 euros (359 escudos), a descer 0,56%, enquanto a EDP perdeu 0,34% para cotar nos 2,92 euros (585 escudos).

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