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EDP quer impedir discriminação ou conluios na OPA da Gas Natural

A EDP vai usar de todos os meios legais, a nível nacional (Portugal e Espanha) e comunitário, ao seu alcance para impedir tratamentos discriminatórios (tendo em conta a sua recente experiência recente) e conluios abusivos que beneficiem, indevidamente, qu

Ana Suspiro asuspiro@mediafin.pt 08 de Setembro de 2005 às 19:41
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A EDP vai usar de todos os meios legais, a nível nacional (Portugal e Espanha) e comunitário, ao seu alcance para impedir tratamentos discriminatórios (tendo em conta a sua recente experiência recente) que beneficiem, indevidamente, quaisquer entidades e iludam o funcionamento do mercado com o intuito de criar protecções ou fortalecimento por métodos pouco transparentes e eventualmente não compatíveis com as regras que regem os mercados.

Em comunicado à concentração em Espanha,  a eléctrica portuguesa, que controla a Hidrocantábrico no mercado vizinho, diz estar a acompanhar, com toda a atenção e pormenor o movimento de concentração em curso no mercado ibérico fruto da OPA da Gas Natural sobre a Endesa, um negócio que envolve ainda um acordo de venda de activos à Iberdrola que exclui outros operadores como a própria EDP. 

A empresa diz estar disponível para dialogar com outros operadores em Portugal e Espanha ou até fora do mercado ibérico, incluindo as empresas alvo e ofertante nesta OPA para «forçar o cumprimento das regras de mercado, legais e regulatórias, e cooperar na racionalização equilibrada do sector, assegurando a concorrência no mercado ibérico».

Para a EDP, a integração dos mercados na Europa obriga à existência de operadores com massa crítica e eficazes e que a concorrência é cada vez menos limitada a nível local ou nacional, por isso, defende, aos operadores deve ser dada liberdade para, no quadro regulatório, se fortalecerem para enfrentar a concorrência.

A Endesa vai pedir a intervenção da Comissão Europeia na avaliação da operação do ponto de vista da concorrência, mas o presidente executivo da Gas Natural, Rafael Villaseca assegurou hoje numa conferência para analistas e investidores, em Londres, que a Oferta Pública de Aquisição (OPA) sobre a Endesa não necessitará d a aprovação da Comissão Europeia, segundo fontes financeiras, citadas pela agência EFE.

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