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EDP Renováveis mais próxima de entrar no Canadá

A EDP Renováveis poderá ter como um dos seus novos mercados o Canadá. Temos planos para o Canadá como uma geografia alternativa aos Estados Unidos da América (EUA) , disse hoje a presidente executiva da EDP Renováveis, Ana Maria Fernandes.

Miguel Prado miguelprado@negocios.pt 15 de Outubro de 2009 às 16:17
A EDP Renováveis poderá ter como um dos seus novos mercados o Canadá. “Temos planos para o Canadá como uma geografia alternativa aos Estados Unidos da América (EUA)”, disse hoje a presidente executiva da EDP Renováveis, Ana Maria Fernandes.

Em declarações aos jornalistas após a inauguração do primeiro parque eólico da EDP Renováveis na Polónia, Ana Maria Fernandes apontou sem hesitações o Canadá como uma hipótese de expansão. Ainda que já noutras ocasiões tenha mencionado esta hipótese, desta vez a líder da EDP Renováveis mostrou-se mais confiante nesta opção.

O México, que também já chegou a ser apontado como possibilidade, está agora mais distante e fora do interesse da EDP Renováveis. Já na Europa, a empresa tinha apresentado a Polónia e a Roménia como uma plataforma de crescimento na Europa de Leste, mas de momento a Leste nada de novo.

Ana Maria Fernandes garantiu que para já a EDP Renováveis não tem na Europa quaisquer planos de se expandir mais para Leste da Polónia. “Apostamos para já nos países que estão na União Europeia ou têm planos para entrar na UE”, referiu.

Questionada sobre quanto poderia custar uma aquisição no Canadá, a presidente da EDP Renováveis disse que “pode não custar nada à partida”, se o grupo vier a optar por um acordo de ‘success fees’, através do qual vai pagando aos vendedores dos projectos apenas quando estes forem executados. A eventual entrada no Canadá deverá contemplar apenas o recurso eólico.

Ana Maria Fernandes explicou que neste mercado o grupo não está interessado em outras fontes limpas, como a energia hídrica ou a biomassa.
A prioridade deverá ser dada a empresas que apresentem carteiras de projectos por desenvolver, tal como a EDP Renováveis fez com a aquisição da Relax Wind Parks na Polónia. “Preferimos projectos ‘greenfield’ [de raiz] porque esses são os que dão acesso a uma rentabilidade maior”, comentou Ana Maria Fernandes.

* Jornalista , em Poznan, a convite da EDP Renováveis
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